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Flexibilização fiscal das Igrejas amplia esquemas de lavagem de dinheiro

Há um enorme rio de dinheiro frio sendo lavado através de supostas doações a Igrejas. O próprio Eduardo Cunha recorria a esse golpe.

Via Jornal GGN e Reblogado do Blog Limpinho e Cheiroso

A proposta de Jair Bolsonaro, de afrouxar as obrigações fiscais de evangélicos, faz parte da ofensiva para blindar a lavagem de dinheiro. Não se generalize a suspeita. A maior parte dos evangélicos é séria.

Mas há um enorme rio de dinheiro frio sendo lavado através de supostas doações a Igrejas. O próprio Eduardo Cunha recorria a esse golpe.

Tempos atrás, um advogado sério de Curitiba, ele próprio evangélico, propôs que as doações, acima de determinado valor, só poderiam ser aceitas com identificação do CPF do doador. A proposta parou no ar.

Agora, a flexibilização de Bolsonaro faz parte da mesma ofensiva para liberar importação de armas, para manter o Coaf sob controle de Sérgio Moro, ou, na impossibilidade, de um preposto de Moro, para fechar os olhos aos crimes ambientais, permitindo a indústria da invasão de ruralistas.

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