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Dilma na CUT: Brasil vai continuar de cabeça erguida, sem redução de salários e desemprego

A presidenta Dilma Rousseff participou na tarde de hoje (31) da 14ª Plenária Nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), em Guarulhos. O evento contou com a presença do presidente nacional da CUT, Wagner Freitas, prefeito de São Bernardo do Campo, Luis Marinho, prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, do candidato ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha e dos ministros, das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini e da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

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A CUT e as centrais sindicais do país aproveitaram o evento para entregar à presidenta um documento com todas as demandas da classe trabalhadora com o objetivo de ser incluído ao Programa de Governo.

Dilma agradeceu a CUT pelo apoio, das centrais sindicais e de trabalhadores e trabalhadoras, que sempre apoiaram o projeto do Partido dos Trabalhadores. “Para mim esse apoio é uma honra. Eu não fui eleita e nem serei reeleita para reduzir salário e desempregar trabalhador”.

E ainda reafirmou o seu compromisso para com a classe trabalhadora.”Vocês podem ter certeza de uma coisa, eu não traio os meus princípios, parcerias e compromissos que eu assumo”.

Confira os avanços dos programas do governo Dilma:

Bolsa Família: Em 2002, de cada 4 brasileiros, 2 eram pobres ou extremamente pobres. Hoje, de cada 4 brasileiros, 3 estão nas classes A, B ou C.

Lei de Cotas: para universidades federais e nos concursos públicos. 52% da população brasileira é preta ou parda.

Pronatec: 8 milhões de matrículas, 62% de mulheres.

Copa: “Demos uma goleada nos pessimistas. E nessas eleições nós vamos ter que dar uma goleada neles também”, disse Dilma.

Economia: “Se no resto do mundo, eles desempregaram 60 milhões de pessoas, nós vamos responder com números: nós empregamos 11,5 milhões”, disse Dilma no evento da CUT.


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