Depois do escandaloso envolvimento da RBS e da Globo nas maracutaias de lavagem de dinheiro no mega escândalo do HSBC e envolvimento das mesmas na operação Zelotes, que investiga um propinoduto dentro do CARF da Receita Federal para redução de valor de multas e encargos, agora mais uma operação pega a Famíglia Máfio Midiática. Desta vez é a operação Pavlova. Mas como era de se esperar, nada sobre “Operação Pavlova” na grande mídia. Preferem requentar as tais delações premiadas da operação Lava Jato. Mas o fato é que cada uma destas fraudes empreendidas por próceres das famílias máfiomidiáticas importa em somas muito mais vultuosas do que a operação Lava Jato. A mídia caluniadora e mentirosa, tão ciosa por atacar o Governo e o PT, esconde escandalosamente seus podres, com o beneplácito de parte da justiça brasileira, que é cega mas só do olho direito. Vai matéria do Correio do Brasil do dia 29/04:
A Polícia Federal (PF) levou adiante, nesta quarta-feira, as investigações no âmbito da Operação Pavlova, que apura a prática de crimes financeiros por parte de executivos do Sistema RBS e das Organizações Globo. Os agentes da PF estão em campo, desde o dia 15 deste mês, na busca pelos responsáveis por desvios milionários à empresas do ramo de seguros, capitalização e previdência.
Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, sendo oito em Porto Alegre e dois em Marau, além de cinco mandados de condução coercitiva. Participaram da operação 60 policiais federais.
Segundo relatos extraoficiais, foi descoberto em um blog o nome de um integrante da família Sirotsky, a proprietária da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. Ainda segundo informações, Patrick Lucchese, integrante da família Sirotsky, foi conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos.
Contratos para prestações de serviços que não eram realizados ultrapassaram cifras de R$ 10 e até de R$ 20 milhões. O delegado de repressão a crimes financeiros, Tiago Busato, admite não ter o montante exato do prejuízo.
– Colhemos, hoje, uma grande quantidade de provas e documentos. Vamos fazer uma análise do conteúdo probatório, mas dá para garantir que alguns contratos envolviam cifras milionárias – adiantou.
Para tentar reverter as perdas, foram bloqueados as contas bancárias e os bens dos investigados, como cinco veículos de luxo, além de imóveis localizados dentro e fora do Rio Grande do Sul. A procuradora federal Patrícia Weber explicou que o patrimônio das empresas do segmento é baseado nos recursos mensais pagos pelos segurados.
– Se o fluxo financeiro das instituições está comprometido, gerando endividamento e situação de falência, quem fica prejudicado é o cliente que não garante o benefício em caso de necessidade. Desse modo, a prática gera uma preocupação social e o segurado é lesado diretamente – afirmou ela.
Os crimes praticados foram lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e gestão fraudulenta. Quatro empresários e um advogado, suspeitos de participarem do esquema, já prestaram depoimento, desse grupo, pelo menos quatro foram indiciados.
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