Tarso Genro
O Brasil vive uma situação inusitada. A falta de uma condução política coerente do Governo, de um lado, e, de outro, o fato de que ele tenta promover um ajuste contraditório com o discurso de campanha – adotando medidas que a oposição iria aplicar se vencesse o pleito – tem proporcionado a formação de uma ampla aliança política, que agora já se propõe explicitamente a retirar Dilma da Presidência. Não se trata de um movimento, cujo sucesso depende da adesão militar, como ocorreu em 1964, pois, para o júbilo da nossa democracia, as Forças Armadas estão firmes e tranquilas na sua missão constitucional e não tem aceito as provocações que, às vezes vem de grupos civis saudosistas de um regime de força, às vezes procede de militares da reserva. Trata-se de um processo político e jurídico, por dentro das normas constitucionais, o que não lhe dá legitimidade, sem…
Ver o post original 704 mais palavras
Descubra mais sobre Luíz Müller Blog
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

O discurso pode até ser contraditório com relação ao discurso da campanha do 2º Turno, mas, daí a dizer está adotando medidas que a oposição iria aplicar se vencesse o pleito, é outra história, pois a conjuntura atual levou a aplicação desses ajustes, que considero coerentes e inevitáveis face ainda baixas nossas reservas cambiais que é apenas um ponto. A oposição não fariam esses ajustes, fariam ajustes muito ruins à nossa economia, à nossa política, à nossa soberania, aos funcionários públicos, às estatais e à nossa sociedade. Por isso estou com Dilma, hoje, amanhã e sempre.
CurtirCurtir
Pingback: Hora da reflexão | Luizmuller’s Blog | Q RIDÃO…