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Impeachment de Dilma Rousseff é ‘negação da democracia’, diz jornal francês Libération

 Para o periódico, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é ‘estrategista maquiavélico’ cujo afastamento não terá impacto sobre processo contra presidente brasileira

Em artigo publicado nesta sexta-feira (06/05), o jornal francês Libération classificou o processo de impeachment contra a presidente brasileira, Dilma Rousseff, como “negação da democracia”.

O texto, escrito pelo jornalista François-Xavier Gomes, comenta o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados, descrevendo o parlamentar como um “estrategista maquiavélico” e “carrasco de Dilma”.

“Infelizmente, o afastamento de Eduardo Cunha não significa o pontapé inicial de uma grande limpeza no sistema político brasileiro. Em primeiro lugar, o seu substituto na liderança da Câmara dos Deputados é um dos seus fieis escudeiros. Em segundo lugar, esta decisão não terá nenhum efeito sobre uma destituição [de Dilma Rousseff] que é uma negação da democracia”, escreve o jornalista.

Antônio Cruz / Agência Brasil

O vice-presidente brasileiro, Michel Temer, e o deputado Eduardo Cunha, ambos do PMDB, em foto de novembro de 2015


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