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Justiça afasta Prefeito de Viamão por corrupção. É mais um dos muitos no RS… E nenhum é do PT

A onda da infâmia que repetia a mentira de que o PT era o pai da corrupção no Brasil, que começou em 2015 e se transformou no grande golpe de 2016 e na eleição de Bolsonaro. O Brasil amarga a vergonha mundial e o povo amarga o desemprego, o aumento vertiginoso da pobreza e liquidação até mesmo de direitos antes inscritos na constituição.

Bradavam aos 4 ventos que o PT era corrupto. Como Bolsonaro, muitos deles se elegeram por conta deste discurso ideológico calçado na mentira descarada.

Agora, alguns anos passados, a verdade aparece nua e crua. Quem dizia combater a corrupção, na verdade a agasalhava.

Em menos de um ano, Prefeitos como o de Bagé, que se orgulhava de ter batido em petistas durante a visita de Lula aquela cidade, foram afastados. Este aí, noticiado pela Zero Hora, é só mais um. E vira e mexe, lá estão as empresas de recolhimento de lixo e de publicidade envolvidos na maracutaia.

Segue a matéria da Zero Hora

Justiça afasta prefeito de Viamão e cinco secretários por 180 dias

Ministério Público apontou indícios de irregularidades em contratos de prestação de serviços para a administração municipal

Mandados foram cumpridos no prédio da prefeitura na manhã desta quarta-feiraLauro Alves / Agencia RBSO Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ) determinou a suspensão do mandato do prefeito de Viamão, André Nunes Pacheco (sem partido), de cinco secretários municipais (veja a lista abaixo) e do vereador Sergio Angelo (PV) pelo prazo de 180 dias. Neste período, eles ficam proibidos, inclusive, de ingressar no prédio da prefeitura e de manter conversas entre si ou com testemunhas do processo.Investigação do Ministério Público (MP) apontou para o possível envolvimento do prefeito em irregularidades em contratos de prestação de serviços para a administração de Viamão. Uma operação do MP está em curso, na manhã desta quarta-feira (12), para garantir o cumprimento das decisões.  

As fraudes, segundo os promotores de Justiça da Procuradoria de Prefeitos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) chegam a R$ 10 milhões. Dois empresários, cujos nomes não foram revelados, estão entre os investigados.Nesta manhã, mandados para o afastamento dos políticos e de busca e apreensão estão sendo cumpridos em 20 locais — entre eles, a sede da prefeitura de Viamão. Também houve ordens judiciais em Porto Alegre, Gravataí, Igrejinha, Novo Hamburgo e Florianópolis (onde fica a sede da empresa investigada).Além de Pacheco e do vereador Sergio Angelo, foram afastados:

  • Pedro Joel Oliveira, secretário da Fazenda
  • Carlito Nicolait, secretário da Saúde
  • Orlando Gomes Jr, secretário de Planejamento
  • Dédo Machado, secretário-geral de Governo
  • Jair Mesquita de Oliveira, procurador-geral do município

GaúchaZH tenta contato com os citados para contraponto.

Investigação em Viamão

A investigação apurou indícios de participação da empresa que venceu a concorrência para prestar serviços de publicidade na formulação do edital de licitação. A suspeita do MP recai também sobre a coleta de lixo na cidade: a empresa responsável pelo serviço, segundo a investigação, pertence ao vereador Sergio Angelo, que teria sido favorecido com a contratação. Além disso, há suspeita de utilização de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) e do vale-alimentação dos servidores para o pagamento do contrato.  

Mandados judiciais foram cumpridos em 20 locaisLauro Alves / Agencia RBSNos últimos meses, à medida em que avançam nas investigações, os promotores encontraram sinais de irregularidades em outras áreas. O serviço de informática da prefeitura de Viamão teria sido direcionado a uma determinada empresa e manobras foram feitas para evitar competição de concorrentes. A contratação de duas empresas para fazer a gestão da saúde do município também está no alvo da operação.  — Pelo o que as provas indicam, tudo isso tem sido feito no mais alto âmbito do poder público municipal. (…) Todos esses indícios, que indicam um volume muito grande de fraude, recomendam o afastamento dessas pessoas (do cargo) por 180 dias — disse o procurador-geral de Justiça do RS, Fabiano Dallazen, em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade.André Nunes Pacheco é o segundo prefeito com mandato suspenso em menos de dois meses no Rio Grande do Sul. Em 27 de dezembro, a Justiça afastou o prefeito de Santana do Livramento, Solimar Charopen Gonçalves, por suspeitas de fraudes em contratos da administração municipal.  

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