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Ultracentrífugas nucleares: A tecnologia 100% brasileira que Supera a de grandes potências mundiais

Em um mundo dominado por superpotências nucleares, o Brasil emerge como um gigante silencioso. O país integra um clube exclusivo de nações que controlam o ciclo completo do combustível nuclear, mas com um trunfo único: uma tecnologia revolucionária desenvolvida em segredo pela Marinha, as ultracentrífugas por levitação magnética.

Essa inovação, 100% nacional, supera métodos caros e complexos usados por Rússia e França, garantindo eficiência e independência. Poucos sabem, mas essa saga começou décadas atrás, driblando embargos internacionais e provando a genialidade brasileira.

No coração dessa história está o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, verdadeiro herói da indústria nuclear brasileira.

Nascido em 1939, engenheiro naval, mecânico e nuclear, Othon liderou o Programa Nuclear da Marinha de 1979 a 1994. Sob sua visão estratégica, o Brasil criou o “programa nuclear paralelo”, um esforço sigiloso para dominar o enriquecimento de urânio.

Enquanto o mundo dependia de tecnologias estrangeiras, Othon e sua equipe desenvolveram ultracentrífugas com rolamentos magnéticos, mais eficientes e econômicas.

Essa máquina, que o mundo não queria que construíssemos, permitiu ao Brasil enriquecer urânio em escala industrial, abastecendo usinas como Angra e pavimentando o caminho para o submarino nuclear.

Esta tecnologia permitiria também ao Brasil ter a Bomba Nuclear, o que é claro não esta no horizonte da Nação pacífica e pacifista que é o Brasil.

O caminho não foi fácil. Durante a Guerra Fria, potências como os Estados Unidos impuseram bloqueios tecnológicos, temendo a ascensão de nações emergentes.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e os EUA pressionaram por inspeções em instalações como Resende (fábrica da INB) e Aramar (Centro Tecnológico da Marinha), alegando “transparência”, mas na verdade buscando desvendar nossos segredos industriais. Othon, com firmeza patriótica, resistiu, garantindo a soberania.

Sua liderança evitou dependência externa, protegendo o Brasil de sanções e espionagem.

Como presidente da Eletronuclear (2001-2015), Othon impulsionou Angra 2 e 3, elevando a energia nuclear a 3% da matriz brasileira.

Ele é o pai do Prosub, culminando no SN Álvaro Alberto, lançado em 2023 – um submarino nuclear com propulsão nacional, símbolo de defesa autônoma. Condecorado e respeitado mundialmente, Othon enfrentou perseguições judiciais na Lava Jato, mas sua absolvição recente (2025) reforça sua integridade.

Ele não é apenas um cientista; é um visionário que transformou criatividade em poder soberano.

Essa tecnologia garante independência energética e militar, provando que, na corrida atômica, o Brasil venceu com inovação, não força bruta.

Graças a heróis como Othon, o futuro nuclear do país brilha radiante. O mundo pode invejar, mas não copiar.


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Um pensamento sobre “Ultracentrífugas nucleares: A tecnologia 100% brasileira que Supera a de grandes potências mundiais

  1. É VERDADE QUE O ESTADO DE PORTUGAL APOIA ESTA BARBARIE ESTADUNIDENSE?

    Há aloprados entrando pelo jardim. Os aloprados se aproximam de nossa casa.
    Quando há aloprados na casa do vizinho, no jardim, grande chance de tentarem entrar em nossa casa!
    Que merda virou esta dita humanidade cúmplice, conivente, complacente, condescendente.

    Muito bom dia, por enquanto.

    EUA = ESTADO TERRORISTA…

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