
O ministro Renan Filho acertou ao enfatizar que “o viaduto da BR 116 permitirá que o trânsito não pare”, mas é inegável que sem a” ponte” construída pela Deputada entre Caxias e Brasília, esse anúncio ainda seria só uma promessa.
Em um momento em que o Brasil busca recuperar o tempo perdido em investimentos públicos, os recentes anúncios do ministro dos Transportes, Renan Filho, para Caxias do Sul e região representam um sopro de otimismo para o Rio Grande do Sul.
Não por acaso, esses avanços – como a construção do viaduto na BR-116 e as confirmações de progressos nas BRs 285 e 470 – destacam o poder da articulação política eficaz.
Aqui, o protagonismo da deputada federal Denise Pessôa (PT-RS) aparece como um exemplo inspirador de como a representação parlamentar pode transformar demandas locais em ações concretas do governo federal. Desde 2023, Denise Pessôa tem sido incansável em suas negociações junto ao Ministério dos Transportes.
Foi graças a essa persistência que o projeto do viaduto no entroncamento da BR-116 com a Perimetral Norte, engavetado há uma década, ganhou nova vida. Atualizado em 2025 e agora em fase final, com licitação prevista para abril, essa obra de R$ 80 milhões não é apenas uma estrutura de concreto: é a solução para um gargalo crônico de tráfego que paralisa a mobilidade em uma das cidades mais produtivas do estado.
O ministro Renan Filho acertou ao enfatizar que o viaduto “permitirá que o trânsito não pare”, mas é inegável que sem a ponte construída pela deputada entre Caxias e Brasília, esse anúncio ainda seria uma promessa distante. Igualmente meritória é a intervenção de Denise nas BRs 285 e 470, vias essenciais para a economia gaúcha.
Na BR-285, a vistoria na ponte sobre o Rio das Antas, em São José dos Ausentes, revelou um avanço de 71%, com conclusão prevista para 2027. Essa rodovia não é mera ligação estadual; é o eixo do Corredor Bioceânico do Sul, conectando o RS a mercados internacionais como Argentina, Uruguai e Chile.
Já na BR-470, entre Bento Gonçalves e Veranópolis – o trecho mais devastado pelas enchentes recentes –, os R$ 800 milhões investidos pelo DNIT, com 65 de 102 pontos de deslizamento já corrigidos e dois novos viadutos em construção, sinalizam uma reconstrução resiliente.
Esses progressos, acelerados após diálogos diretos da deputada com o ministro, comprovam que a articulação política pode superar burocracias e desbloquear recursos, especialmente em um governo Lula que prioriza a infraestrutura como motor de desenvolvimento.
Opinião à parte, esses investimentos federais marcam o fim de um hiato de negligência no RS, como bem pontuou Denise: “Hoje, a gente anda pelo nosso estado e vê obra em cima de obra do Governo Lula. Já do Governo Leite não dá pra se dizer a mesma coisa”.
Em uma região como a Serra Gaúcha, onde a competitividade depende de estradas seguras e eficientes, ignorar esses ganhos seria miopia.
Críticos podem questionar o ritmo ou os custos, mas os fatos falam por si: melhor mobilidade significa menos acidentes, mais empregos na construção civil e um impulso logístico para indústrias como a Randoncorp e Marcopolo, que também se beneficiam de inovações como o eixo elétrico autorizado pelo ministro.
No entanto, o verdadeiro mérito está na lição de governança: sem parlamentares como Denise Pessôa, que atuam como mediadoras entre as necessidades locais e o poder central, projetos vitais ficariam no papel. Seu papel não é apenas de “articuladora”, mas de catalisadora de mudanças que fortalecem a federação.
Que esses anúncios inspirem mais lideranças a priorizar o diálogo sobre o confronto, garantindo que o RS não apenas se recupere, mas prospere. Afinal, em tempos de desafios climáticos e econômicos, a infraestrutura não é luxo – é sobrevivência.
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