Por Luiz Müller
Há muitos postos de trabalho em aberto no SINE. Não são preenchidos, segundo o empresariado, pela falta de qualificação profissional. Por outro lado, as estatísticas do IBGE (3,7% de desemprego) e do DIEESE nos mostram que na região metropolitana de Porto Alegre atingimos o patamar de Pleno Emprego ou próximo disto. Então é de se perguntar: Há trabalhadores sobrando aos quais falta qualificação? Não estão praticamente todos trabalhando, formal ou informalmente ligados ao mercado e ao mundo do
trabalho? Todos os seres humanos pensam na sua sobrevivência. Quando o básico para esta sobrevivência esta garantido, começam a fazer cálculo de custo/benefício imediato. Pensando assim, há razão imediata para que o trabalhador se qualifique mais? O mercado vai corresponder com melhores salários do que lhes é pago na informalidade em que
atuam hoje? As condições de trabalho da formalidade oferecidas, sempre pensando do ponto de vista do imediato…
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