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Tarso propõe novo ciclo de desenvolvimento na Federasul

Originalmente publicado no Site TARSO13-GOVERNADOR

Após concluir uma primeira etapa da retomada do crescimento do Rio Grande do Sul, o segundo mandato de Tarso Genro no Palácio Piratini deverá ser marcado por um novo ciclo de desenvolvimento em direção a 2028 – ano em que a atual dívida com a União será saldada pelas novas regras de correção, negociadas graças a um movimento nacional protagonizado pelo governador. Foi o que o candidato à reeleição explicou a uma plateia de empresários na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul(Federasul), nesta quarta-feira (06), no evento Tá na Mesa.

Desenvolvimento, inclusão social, combate às desigualdades regionais e qualificação dos serviços públicos estão na agenda para o período 2015-2018, explicou o governador. As já negociadas condições de pagamento da dúvida pública, com juros menores, que irão reduzir o saldo a pagar até 2028, serão complementadas por uma nova frente de batalha que Tarso vem se comprometendo a liderar: a de diminuir também o valor de cada parcela do pagamento. Essas duas medidas somadas levam o governador a crer que o Rio Grande do Sul poderá manter uma taxa de crescimento média de 4,5% do PIB já a partir de 2015.

Tarso lembrou que as dificuldades de movimentação de caixa do Rio Grande do Sul são antigas e defendeu, mais uma vez, a utilização dos recursos dos depósitos judiciais, dentro dos limites da legislação, e a aplicação do programa Profisco para qualificação da fiscalização e da arrecadação. “Quando se discute a situação financeira do Estado, parece que a crise nas finanças começou ontem”, refletiu.

Os atuais resultados na área econômica, prosseguiu, só foram alcançados a partir de uma estratégia de governança cuja visão é de que o Estado não deve operar apenas com o seu caixa, mas precisa buscar financiamentos para investir, melhorar a qualidade de vida da população e fazer girar a economia.

Dentro da agenda de um novo ciclo para o desenvolvimento, Tarso enumerou as diretrizes estratégicas para o próximo período: captação e atração de investimentos públicos e privados; ampliação dos serviços públicos de saúde, educação e segurança; qualificação da infraestrutura, da mobilidade urbana e do transporte público; reestruturação do pacto federativo, mantendo a integração com o governo federal; luta pelas reformas política e tributária e manutenção do esforço para reestruturar a dívida pública.

O governador lembrou que, apesar das dificuldades, nunca reclamou de falta de recursos para governar o Estado nos últimos três anos e meio. “Cumprimos 75% do que propomos implementar há 3 anos e meio. Assim, proponho dois desafios: primeiro, avaliem qualquer indicador do nosso governo em todas as áreas e comparem com os governos anteriores. Segundo, apresentem outro governo que tenha cumprido 75% do que pretendia”, provocou.

Atual mandato assentou as bases do crescimento

O governador iniciou sua apresentação fazendo uma retrospectiva de seu governo, desde as propostas apresentadas na campanha de 2010 e as ações desenvolvidas nos últimos três anos e meio de gestão.

A partir das diretrizes estratégicas para o desenvolvimento – recuperação das funções públicas do Estado, financiamento para investimento público, Estado como indutor do desenvolvimento com políticas de distribuição de renda, diálogo, participação e protagonismo nas relações internacionais – Tarso explicou algumas das políticas estruturantes implementadas em seu governo.

O Novo Fundopem, “descentralizado”, que passou a atender também cooperativas,foi destacado pelo candidato, assim como a criação do Plano Safra regional, que já atendeu 300 mil famílias com valor total de R$ 7,3 bilhões em quatro edições. O Pacto Gaúcho pela Educação, que fez do Estado o campeão de matrículas no Pronatec, e a criação da Sala do Investidor, que auxiliou mais de 500 negócios a se instalarem no Estado também foram mencionados.

Tarso elencou ainda três programas integrantes da política para micro e pequenas empresas: o Simples Gaúcho, o programa de compras públicas Fornecer e o sistema de Microcrédito, o maior do país, que já realizou mais de 66 mil operações distribuindo crédito subsidiado.

O próximo mandato, referiu Tarso, vai consolidar o ciclo de desenvolvimento com inclusão e combate as desigualdades sociais e regionais iniciado em 2011.

 


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