Por: Carlos Henry.
O filme de Paulo Machline sobre a trajetória do carnavalesco Joãosinho Trinta poderia ganhar tons de um documentário chato, não fosse a feliz opção do diretor em pinçar o importante episódio da tumultuada estreia solo do artista no Salgueiro quando já havia deixado o corpo de baile do Teatro Municipal para se dedicar ao carnaval. O foco do roteiro é a preparação do inesquecível e premiado enredo “O Rei da França na Ilha da Assombração (In credo em Cruz)” no ano de 1974. Enfrentando todo tipo de percalços e preconceitos, Joãosinho revolucionou o espetáculo das Escolas de Samba, consagrando-se como o mais importante artista da área.
Concentrando-se neste episódio decisivo, o diretor conseguiu satisfazer a curiosidade do espectador, sem se perder em muitas histórias, personagens ou detalhes irrelevantes, dando ênfase ao frenético ritmo dos bastidores da festa, com direito à magia e mistério na…
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