O contexto em que a mídia associada a retrógrada elite nacional e aos rentistas internacionais busca derrubar um governo democraticamente eleito é evidente.
Os menores índices de desemprego da história e o maior valor real do Salário Mínimo nos últimos 50 anos fazem parte do contexto. A burguesia tupiniquim não consegue conviver com avanços sociais. A elite burra prefere que os brasileiros se mantenham na pobreza e ela possa continuar indo a Miami fazer suas compras. Parcela significativa do empresariado nacional prefere lamber as botas e a bunda de banqueiros internacionais a investir para melhorar e qualificar sua própria produção. Não conseguem enxergar que se o trabalhador melhora seu salário, tem mais condições de comprar os produtos que determinada empresa produz. Lula e Dilma desenvolveram políticas sociais que visam distribuir renda sim, mas principalmente fortalecer o mercado interno. O Consumo esta fortalecido, mas o empresariado tupiniquim parece não estar disposto a repassar para o desenvolvimento da produção todos os incentivos que ganharam. O empresariado brasileiro parece mesmo com os índios encantados pelas miçangas e espelhinhos do neo liberalismo internacional. Não pensam no Brasil. Pensam em si e no seu lucro apenas. Estão se lixando para os trabalhadores que trabalham para lhes gerar este lucro e para o Governo que lhes favorece com isenções tributarias, como a isenção ou redução da cota previdenciária patronal e outras. Por isto tramam o golpe e financiam a mídia que cria e propagandeia a desgraça que no entanto não se confirma nos números e na economia. Vai artigo do
Fernando Brito publicado no Tijolaço sobre o Salário Mínimo:

Deve ser por isso que o Brasil – o Brasil dos jornais, claro – está quebrado.
Mas o Banco Central disse, ontem, que “apenas no período entre julho de 1964 e julho de 1965 o salário mínimo – que é baixíssimo ainda – comprava mais do que hoje, em valores corrigidos pela inflação”.
Se você pensar bem, uma vergonha que só agora estejamos conseguindo pagar ao trabalhador mais humilde o que se pagava há meio século.
Se pensar melhor ainda, que maravilha que, em pouco mais de dez anos se tenha conseguido recuperar as perdas de quatro décadas.
E quem está dizendo não é uma instituição propriamente “esquerdista”.
Mas o BC, que aproveita o índice “escandaloso” para fazer um alerta de que ” a política de valorização do mínimo está aumentando o custo médio da mão de obra”.
É como dizia o avô da Miriam Leitão, n’O Globo , nos idos de 62, quando falava que o 13° ia ser um “desastre para o país”
Ia-lhe bem um arrochinho no mínimo, pois não?
Pois o salário mínimo cresceu – vejam que absurdo! – 76% acima da inflação, desde 2003
“Pior” ainda, porque, de 2003 a 2014, o rendimento médio da população ocupada com renda de até um salário mínimo cresceu 52% a mais do que o salário mínimo.
Temos de tomar providências urgentes porque, senão, este país acaba tendo justiça social.
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