privatização

Sartori e Temer querem vender tudo o que o RS tem, incluindo TODAS as Estatais

Deu no Correio do Povo : Técnicos do governo federal sugerem que Piratini inclua TODAS as empresas públicas na negociação

O Secretário Feltes falou a empresários: “Vamos vender o futuro o futuro dos gaúchos” . E não era retórica. É verdade. Eles querem vender tudo o que o Estado Gaúcho ainda tem, para pagar uma dívida que é impagável e que deveria antes passar por uma auditoria. O engraçado, ou triste, é que o discurso é o mesmo de outros Governos. A época do Governador Britto disseram a mesma coisa. E venderam Estatais inteiras, como a CRT- Companhia Rio Grandense de Telefonia e parte da CEEE. O Estado continuou com dívidas, não quebrou, e durante o Governo Seguinte ao de Britto, que foi o de Olívio Dutra, o Estado voltou a crescer, trazendo investimentos e empregos e pagando salários de servidores em dia. Aí vieram Rigoto e Yeda. Voltou a mesma ladainha da Dívida. E tome vender bens dos gaúchos. Aí fecharam a Caixa Estadual, venderam parte do BANRISUL , a Cia de Seguros e outras. Resultado: O Estado cresceu como rabo de cavalo, ou seja, pra baixo. Aí veio o Governo Tarso; Sem chorar sobre a tal “dívida”, Tarso fez o Estado voltar a crescer, trazendo investimentos que geraram milhares empregos e pagou servidores em dia. Estranhamente no entanto, a gauchada parece que gosta de sofrer. Sartori foi eleito e agora ele, junto com Temer, planejam a “Solução Final”. Vão vender tudo. Mas se vendem a Energia, Carvão, Gás, Água e o Banco Estadual, todos dão lucro e ainda bancam uma parte mais social, como a Tarifa Social de Água, Luz  também via o Banco, financiam os pequenos e médios negócios dos gaúchos com juros subsidiados. Vai sobrar o que mesmo pra pagar a tal da “renegociação” da Dívida, que pretendem fazer? Eles só querem resolver o hoje e ferrar com o Rio Grande pelo resto da vida. Bem que o Secretário Feltes Falou: Vamos Vender o Futuro do Rio Grande. (Comentário do Blogueiro)

Vai a matéria do Correio  do Povo:

 

Capacidade do RS assumir novo endividamento foi discutida na Fazenda | Foto: Daniela Barcellos / Piratini / CP

Capacidade do RS assumir novo endividamento foi discutida na Fazenda | Foto: Daniela Barcellos / Piratini / CP

O governo federal indicou nesta quinta-feira — ao final da visita dos técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional ao Rio Grande do Sul para examinar as finanças gaúchas — que poderá exigir a venda de mais estatais para manter o Estado em seu plano para socorrer o RS. Na passagem por Porto Alegre, onde receberam informações da Fazenda estadual, os representantes de Michel Temer (PMDB) anunciaram que voltarão em março para avaliar todas as empresas públicas estaduais para estabelecer as contrapartidas como garantia ao empréstimo.

O objetivo é analisar a capacidade gaúcha para assumir um novo endividamento. Além da solicitação de informações sobre todas as estatais, sem ressalva sobre o Banrisul ou outra empresa pública, os representantes do governo federal também pediram dados sobre a programação financeira (realidade do caixa único, depósitos judiciais e restos a pagar); previdência e despesa com pessoal; arrecadação tributária, benefícios fiscais e passivos da desoneração das exportações; e um diagnóstico sobre o volume da dívida pública e dos precatórios, que representam um passivo superior a R$ 12 bilhões.

A análise do “risco RS” para aquisição de um novo empréstimo concedido pela União também deverá colocar na conta os cerca de R$ 17 bilhões devidos aos professores estaduais pelo descumprimento do Piso do Nacional do Magistério, desde o início de sua vigência.

Segundo a Secretaria Estadual da Fazenda, na próxima visita, que tem previsão de acontecer entre os dias 7 e 9 de março, a comitiva do governo federal deverá estar constituída por representantes da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda e do Ministério de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, além de contar com o retorno de técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional. O governo estadual espera que a adesão do RS ao plano da União estabeleça carência de três anos para o pagamento da dívida pública.

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