Fascismo/política

Suruba federal: Jungmann foi orientado por presidente do TRF 4 a não libertar Lula diz Valor econômico

 

A Anarquia esta instalada. Para continuar roubando até o fim do ano, o Governo aceita a interferência direta  do judiciário e transforma o Brasil na latrina de interesseiros e vendilhões da pátria. As portas do inferno estão abertas e o judiciário é a chocadeira dos ovos da serpente do fascismo. Leia o artigo:

 

via Jungmann foi orientado por presidente do TRF a não libertar Lula — bloglimpinhoecheiroso

De acordo com o Valor Econômico, partiu do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a determinação à Polícia Federal para não soltar o ex-presidente Lula após a determinação do desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Segundo o jornal, Jungmann foi orientado pelo presidente do TRF4, Carlos Eduardo Thompson Flores, a impedir o cumprimento da decisão judicial de Favreto. A PF faz parte da estrutura do Ministério da Segurança Pública.

De acordo com o repórter Murilo Camarotto, Jungmann repassou o pedido à Superintendência da Polícia Federal de Curitiba e, por esse motivo, os agentes que estavam de plantão quando o primeiro habeas corpus foi expedido não soltaram Lula.

Jungmann foi pressionado por lideranças petistas que acusavam a PF de descumprir a ordem de soltura assinada pelo desembargador plantonista. A deputada Maria do Rosário (PT/RS) chegou a divulgar uma mensagem encaminhada ao ministro por um aplicativo de mensagens. Ordem judicial é para ser cumprida, respondeu.

A resposta, segundo o Valor, se referia, no entanto, ao posicionamento do presidente do TRF4 e não ao desembargador de plantão. De acordo com o ministro, os policiais agiram de acordo com a lei.

Favreto mandou soltar Lula em duas ocasiões no domingo [8/7]. Depois de ignorar a decisão do relator do processo, João Pedro Gebran Neto, ele teve sua ordem derrubada pelo presidente da corte, Thompson Flores.

O desembargador é alvo de representações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O juiz Sérgio Moro também é questionado por ter interferido no caso ao se insurgir contra a posição de um desembargador, superior a ele hierarquicamente, mesmo estando de férias.

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