
Em 8 de janeiro de 2023, o Brasil viveu um dos capítulos mais sombrios de sua história recente: uma tentativa de golpe de Estado orquestrada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal em Brasília.
Esses atos, inspirados diretamente na invasão do Capitólio nos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021, representaram não apenas um ataque físico às instituições democráticas, mas uma declaração de guerra contra o Estado de Direito.
Três anos depois, em 2026, é imperativo revisitar esses eventos para entender como eles continuam a ecoar, exigindo justiça e vigilância constante.
A tentativa de golpe de 2023 não foi um ato isolado de vandalismo, mas o clímax de uma conspiração que envolvia figuras proeminentes do bolsonarismo, incluindo generais das Forças Armadas.
Investigação posterior revelou planos detalhados para subverter a eleição de 2022, com evidências de acampamentos militares, financiamento irregular e comunicações que apontavam para uma rede golpista. Bolsonaro, que se recusou a reconhecer a vitória de Lula, fugiu para os Estados Unidos dias antes da posse, deixando para trás um rastro de instabilidade.
A prisão de Bolsonaro e de seus generais golpistas não é apenas uma questão de retaliação política, mas uma necessidade urgente para restaurar a confiança nas instituições.
Os Atos do dia 8 de janeiro são para lembrar que o Brasil corre risco de repetir ciclos de impunidade que enfraquecem a democracia.
A Constituição Federal é clara: atos que atentam contra a soberania nacional e o regime democrático configuram crimes graves, e a justiça deve agir com rigor para prevenir recidivas.
Mas o perigo não se limita ao Brasil. Os eventos de 8 de janeiro servem como lembrete de uma ameaça global orquestrada pelo “império” contra Nações Soberanas.
Exemplo flagrante é a invasão e a tentativa de sequestro de Nicolás Maduro na Venezuela, em 2020, durante a chamada Operação Gedeón. Nesse episódio, mercenários, alguns com ligações a agências de inteligência americanas, tentaram capturar o presidente venezuelano em uma incursão armada que falhou miseravelmente, mas expôs as táticas de desestabilização empregadas contra governos não alinhados aos interesses ocidentais.
O que não funcionou em 2020, funcionou em 2026. E Maduro e sua Esposa foram Sequestrados sob o torpe argumento de “tráfico de Drogas, quando o Próprio Trump confirma que é pelo Petróleo e pelo poder imperial: “nosso petróleo na Venezuela” e “nosso hemisfério” vociferou, entre outras barbaridades fascistas.
Esses incidentes – da Venezuela ao Brasil – são provas vivas de que todas as nações, especialmente as emergentes como o nosso país, estão sob uma séria ameaça de interferência externa.
O império não hesita em apoiar golpes, sanções econômicas ou operações clandestinas para manter sua hegemonia, minando a autodeterminação dos povos.
Pior ainda é observar como os resquícios dessa mentalidade golpista persistem no Brasil. Muitos dos apoiadores da tentativa de golpe de 8 de janeiro, que outrora bradavam por “intervenção militar”, agora pedem descaradamente a intervenção de Donald Trump no Brasil.
Com Trump de volta ao poder nos EUA após as eleições de 2024, esses clamores ganharam novo fôlego em redes sociais e manifestações. Eles veem em Trump um aliado ideológico, ignorando que tal pedido equivale a uma traição à pátria. Segundo a Constituição Federal, especificamente no artigo 5º, inciso XLIV, ações que configurem lesa-pátria – como convidar forças estrangeiras para interferir na soberania nacional – são crimes inafiançáveis e imprescritíveis.
Quem faz isso não é patriota, mas traidor, e deve ser tratado como tal pela lei.
Essa postura não só desonra a independência brasileira, conquistada há dois séculos, mas também expõe o quão frágil é nossa democracia frente a influências externas e internas.
Os atos de 8 de janeiro demandam não apenas memória coletiva, mas ação concreta: a punição dos responsáveis, incluindo Bolsonaro e seus aliados militares, e uma defesa intransigente da soberania nacional contra ameaças imperiais.
O Brasil, assim como a Venezuela e outras nações, deve se unir em prol de uma ordem global multipolar, onde a democracia prevaleça sobre o intervencionismo.
Somente assim poderemos construir um futuro livre de golpes e traições. A hora de agir é agora – pela justiça, pela pátria e pela paz.
Descubra mais sobre Luíz Müller Blog
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
EUA, TERRORISMO DE ESTADO
Se puder e quiser, leia:
“O PEDÓFILO QUE PRESIDE A NAÇÃO DA GUERRA. O PEDÓFILO E A DEFESA PERMANENTE E DETERMINADA DO AMERICAN WAY OF WAR. O PEDÓFILO ESCOLHIDO PELO POVO ESTADUNIDENSE. …”
Se puder e quiser, leia também:
CurtirCurtir
*A minha pergunta é essa: você, trabalhador brasileiro, que ainda se considera apoiador/eleitor da direita e da extrema direita qual é a sua? BURRO, IGNORANTE, IDIOTA, ALOPRADO, …?*
CurtirCurtido por 1 pessoa
Pois então. Mas estamos falando de algo que o mundo já passou em outra época. O que tá aflorando, capitaneado por Trump, é um novo Nazismo, que no entanto, não quer a “ordem unida”. Desta vez é gerar o caos do Anarco Capitalismo. O que advirá, pode ser uma revolução, ou então a Ascenção definitiva do que muitos já chamam de Tecno Feudalismo.
CurtirCurtido por 1 pessoa
As corpora-cracias em expansão
EUA PRATICAM, ABERTA E SUCESSIVAMENTE, AÇÕES TERRORISTAS MUNDO AFORA. EUA É UM ESTADO TERRORISTA.
*O senhor Jeffrey Sachs apresentou com clareza a posição terrorista do Estado Unidos da América. Estado terrorista!*
https://www.facebook.com/share/v/1EpHB79UwF/
CurtirCurtido por 1 pessoa
Luíz, penso que na Venesuela deva ter havido alguma treta (traição ao Maduro ou algo equivalente) entre a vice-Preidente e o Trump. Não vejo outra explicação.
CurtirCurtido por 1 pessoa
Não teve não. O Sérgio Amadeu explica muito bem na entrevista que ele deu ao Tecnopolitica e que reproduzo no meu artigo de hoje, 07/01. Clica ali e assiste:
CurtirCurtir