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O mito de uma justiça igualitária cai por terra ao se fazer uma comparação simples da celeridade discrepante de processos movidos por ricos e pobres.
Por Clóvis Victória | Jornal Extra Classe
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Não é preciso grande esforço ou levantar muitos dados. Basta alinhar dois casos que tramitam no sistema judiciário brasileiro e classificá-los a partir do tratamento que o réu ou vítima terá. O caso da morte do sem-terra Elton Brun, por tiro de espingarda nas costas, desferido por policial militar durante a desocupação da Fazenda Southal, em São Gabriel, completará três anos em 21 de agosto, correndo o risco de até lá não haver sentença. Dificilmente, por outro lado, o filho do megaempresário brasileiro Eike Batista terá um julgamento rápido. Thor Batista, de 20 anos, atropelou e matou um ciclista no Rio de janeiro, em março passado, e chegou a tirar seu carro importado da cena do atropelamento. Voltou…
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