“O PMDB sempre foi partido aberto, democrático, sem dono, sem coronel”, rebateu o presidente do Senado, rebatendo nota do vice-presidente, Michel Temer, em resposta às suas críticas, de que o partido não tinha coronéis; segundo Renan Calheiros, o episódio da volta do deputado Leonardo Picciani à liderança da bancada “mostra isso. Por mais que o Michel quisesse ser coronel, ele não conseguiria”
Brasil 247 – O vice-presidente da República, Michel Temer, não poderia ser um “coronel” do PMDB, “mesmo que quisesse”, afirmou nesta quinta-feira 17 o presidente do Senado, Renan Calheiros (PDMB-AL). Ele rebatia críticas de Temer que, em nota, respondeu críticas suas de que haveria coronéis no partido.
“O PMDB sempre foi partido aberto, democrático, sem dono, sem coronel”, disse Renan. “A decisão da bancada mostra isso. Por mais que o Michel quisesse ser coronel, ele não conseguiria. Tem que decidir sobre a vontade das pessoas, não basta distribuir cargos”, acrescentou, em referência à decisão da bancada do PMDB que restituiu Leonardo Picciani (RJ) à liderança nesta quinta-feira 17.
Ontem, após decisão da Executiva Nacional do PMDB de que novas filiações têm que passar pela direção do partido, Renan disse que Temer errou ao desunir o partido e enfraquecê-lo. “A quem interessa essa divisão, destituir o líder da bancada a menos de 30 dias do fim do mandato? Isso não sabemos, mas esse movimento jamais poderia contar com a colaboração do presidente uma articulação dessas”, disse.
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