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Recusar o embaixador de Israel violador do direito internacional é um acerto do Itamaraty

Estratégia e Análise

28 de dezembro de 2015 – Bruno Lima Rocha 
Trata-se de um bom momento do Itamaraty . A recusa de dar o aceite ao embaixador indicado pelo Estado de Israel para o Brasil, o líder dos colonos ocupantes da Judeia e da Samaria, o argentino com passaporte israelense Dani Dayan é uma boa notícia de final de ano. Antes que me acusem de anti-semita ou barbaridades por estilo, reafirmo que utilizo o sobrenome por parte de mãe (Lima Rocha), e não o paterno (Beaklini, Baghliní na aliteração mais próxima do árabe). Logo, em sendo descendente direto de semitas, como poderia ser anti-semita? Mais, antes que me acusem de anti-Israel, entendo o direito e a necessidade da existência de Israel, em especial após a Shoá – o maldito holocausto – fruto da manipulação nazista como política de Estado para o anti-semitismo. Dito isso, reafirmo o óbvio.
Há a necessidade internacional de…

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2 pensamentos sobre “Recusar o embaixador de Israel violador do direito internacional é um acerto do Itamaraty

  1. Pingback: Recusar o embaixador de Israel violador do direito internacional é um acerto do Itamaraty | Q RIDÃO...

  2. Eu sou como árabe por casamento, uma fiel simpatizante da causa Palestina,isso é calcado no conflito árabe israelense,com raízes muito profundas e cicatrizes maiores ainda. Nossa governante tem o Direito de tomar a atitude que achar conveniente nesse tema tão delicado.

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