Entendo que boa parte das delações regiamente premiadas da Lava Jato são obtidas de forma irregular, sob pressão de prisões preventivas, etc…Um sujeito preso diz qualquer coisa pra ficar solto, ainda mais se pressionado. A seletividade de vazamentos no entanto é impressionante. No caso desta do Delcídio, a delação foi toda liberada. E esta aí para ser lida por todos. Aécio, o PSDB, Renan, Cunha e outros próceres oposicionistas já haviam sido citado inúmeras vezes mas o tratamento dado pelo MP foi de arquivar as denúncias, inclusive a que coloca Aécio e o PSDB no centro do PROPINODUTO DE FURNAS. JANOT “amarrou” Cunha para força-lo a votar o impedimento de Dilma e até agora manteve Aécio e sua trupe longe. E agora? Vamos continuar nesta papagaiada golpista comandada pela Globo e pela grande mídia a serviço de interesses escusos ou o MP vai parar de ter um lado e entrar com ações e pedir a prisão destes biltres? Vai matéria Do Jornal GGN

Jornal GGN – A delação do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) foi confirmada nesta terça-feira (15), com a homologação do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das referências ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à Dilma Rousseff, já respondidas pelo ministro, atual advogado-geral da União, José Cardozo e por Dilma, Delcídio também mencionou possíveis casos de corrupção envolvendo o PMDB e o PSDB.
O PSDB, que levou seus políticos e filiados às ruas neste domingo defendendo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi mencionado 10 vezes no depoimento do senador ex-tucano. O senador e candidato derrotado nas eleições 2014, Aécio Neves (PSDB-MG), foi citado 14 vezes. O caso de Furnas foi recuperado em capítulo específico pelo parlamentar preso na Lava Jato.
O GGN selecionou os trechos em que o partido que defende o impeachment da presidente Dilma foi citado. Apesar de servir como base para investigações, depoimentos de delação premiada não são provas finais para condenações.
01) Caso Furnas
Delcídio acusa o senador Aécio Neves de ter participado diretamente do esquema de corrupção que ocorria em Furnas, operado por Dimas Toledo. Mas também afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha conhecimento do caso.

Quando entrou em detalhes sobre o caso, em menção posterior, Delcídio reafirmou a influência de Aécio Neves sobre o esquema de corrupção de Furnas, cujo diretor de engenharia era Dimas Toledo, que estava lá antes de Lula assumir a Presidência e que quando o petista assume, há uma movimentação de se mudar a diretoria, mas não concretizada. Delcídio disse, ainda, que “o que se vê hoje na Petrobras ocorreu sem dúvida em Furnas, em vários governos” e que a “figura mais emblemática” desse esquema era Dimas, que “possui vínculo muito forte com Aécio Neves”.


02) Nomeação de Cerveró para a Petrobras
O segundo momento em que o PSDB é citado foi na segunda delação de Delcídio aos investigadores da Lava Jato, quando explica a nomeação de Nestor Cerveró para a Diretoria Internacional da Petrobras. Delcídio assumiu que ele atuou, junto com o deputado Zeca do PT e a bancada do partido no Mato Grosso do Sul na nomeação de Cerveró para a estatal. No relato, disse que “foi filiado ao PSDB, não se recordando ao certo quando se filiou ao PT”.

03) Empreiteira “mais tucana”
No terceiro episódio em que o PSDB é citado, Delcídio do Amaral desmente um dos braços de investigação contra o ex-presidente Lula. Os investigadores acreditam que o petista teria envolvimento em propina pelo banco Schahin para conseguir contrato bilionário na estatal. A teoria da equipe da Lava Jato, com base em outras delações premiadas, é que o contrato foi uma compensação por uma dívida milionária que o PT teria com o banco. Este seria o vínculo do empresário José Carlos Bumlai, na tese dos investigadores, com Lula, uma vez que teve influência nas negociações para supostamente livrar o PT da dívida.
Delcídio afirma que “sobre a empresa Schahin”, não era “uma das empresas mais próximas do Governo e o fato envolvendo a Vitória 10000 foi, na visão do depoente, algo mais episódica e de oportunidade”. Nesse momento, o senador também cita as empreiteiras OAS, Queiroz Galvão, Odebrecht que teriam a “confiança da cúpula do PT”. Já a Andrade Gutierrez, Delcídio “não saberia dizer, pois ela tinha mais afinidade com o PSDB, ‘era mais tucana’ no dizer do depoente”.

04) Mentora intelectual de Aécio
Ainda sobre o caso Furnas, os investigadores questionaram sobre a irmã de Aécio Neves, Andréa Neves. Delcídio respondeu que irmã Andréia era a “mentora intelectual de Aécio” e que “no governo de Minas de Aécio, era Andréa uma das grandes mentoras intelectuais dele e estava por trás do governo”, apesar de não saber dizer qual era a “atuação dela em relação ao esquema de Furnas”.

05) Blindagem em CPI
Ao relatar sobre o caso de “pedágio” supostamente cobrado na CPMI da Petrobras, em que o governo federal negou, sobre o lobby praticado por empresários para negociar a derrubada de votação de requerimentos na Comissão, Delcídio disse que “prática semelhante” ocorreu em outra CPI, em 2009, também da Petrobras, “na qual o ex-senador Sergio Guerra, membro da CPI e presidente do PSDB, também esteve envolvido nessa prática ilícita”.

Em breve, mais informações.
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E SE CONCLUI QUE O POÇO É MESMO UMA FOSSA NEGRA. NO FUNDO DO POÇO SÓ HÁ MERDA!
A lista de sacanagens e de corrupções diversas e constantes pode chegar aonde for. Os canalhas da direita jamais são ou serão punidos.
Infelizmente eles mostram que o dinheiro de fato corrompe a muitos e o poder é o alvo mais pungente.
Poderia ser engraçado, mas é triste, dramático, cretino, cínico e canalha.
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Pingback: JANOT QUER OUVIR AÉCIO NO MENSALÃO DE FURNAS | Luíz Müller Blog
Oi lá , a coisa toda vai bem aqui e é claro que cada um está compartilhando dados ,
isso é genuinamente bem , continue escrevendo.
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