José Roberto Nalini, Secretário de Educação do Estado de São Paulo,publicou texto no site da Secretaria de Educação de SP onde nega o direito elementar à educação e também critica que “a população se acostumou a reivindicar”. Sua defesa de estado mínimo não o impede, entretanto, de defender os inúmeros auxílios do qual os juízes são beneficiários.
Pedro Rebucci de Melo no Portal Esquerda Diário

Foi publicado no site da Secretaria Estadual da Educação nessa terça-feira, 5, um artigo de autoria do atual secretário, José Roberto Nalini (ver na íntegra no final deste artigo), no qual afirma que “muito ajuda o Estado que não atrapalha” e que este deveria responder apenas “por missões elementares e básicas. Segurança e Justiça, como emblemáticas. Tudo o mais, deveria ser providenciado pelos particulares”
O artigo é uma defesa escancarada de um modelo de estado que sirva apenas para beneficiar os ricos, onde tudo é pago e privatizado e onde a centralidade da atuação estatal nos setores de segurança pública e judiciário serve apenas para reprimir as inevitáveis revoltas que inevitavelmente surgirão.
Revoltas que já aparecem hoje, diante da tentativa gradual e sorrateira que Alckmin e os tucanos já fazem de implementar essa noção de estado mínimo. Os estudantes secundaristas que permanecem em luta contra o governo estadual desde as ocupações de escola no fim de 2015 são um bom exemplo disso. A brutal repressão da qual eles foram vítimas em seu último ato, no mesmo dia em que Nalini publicava tamanhas asneiras, também clarifica o papel da “segurança e justiça” nesse governo que os tucanos defendem.
Mas, para Nalini, a legítima luta da população organizada em torno de seus direitos é algo a ser combatido: “Tudo aquilo que antigamente era fruto do trabalho, do esforço, do sacrifício e do empenho, passou a categoria de “direito”. E de direito fundamental, ou seja, aquele que não pode ser negado e que deve ser usufruído por todas as pessoas.”
O que o Desembargador Nalini quer dizer com isso é que os trabalhadores e a população pobre devia exigir menos ou nada do Estado e que deveria conseguir tudo por conta própria. Pouco importa se mais da metade da população sobreviva ganhando até dois salários mínimos por mês, que mal dão conta de cobrir as despesas já existentes, quanto mais se tiver que arcar com o pouco que o Estado ainda lhe confere hoje.
Nalini é contra educação pública, mas defende auxílio-moradia de R$ 4.300,00 para a casta judiciária
Curiosamente, Nalini não mostra essa mesma concepção de estado quando se trata dos gigantescos privilégios que os juízes possuem hoje. Em entrevista ao Jornal da Cultura no final de 2014, ele defende o auxílio-moradia de surreais R$ 4.300 como uma forma de compensar outros auxílios que estariam defasados, como o auxílio-terno ou o auxílio-gasolina, subsídios completamente inimagináveis para a esmagadora maioria da população.
Não satisfeito com a defesa desses inacreditáveis privilégios, Nalini vai além e busca justificar moralmente, afirmando que “aparentemente os juízes brasileiros ganham bem, mas ele tem 27,5% de desconto do imposto de renda, ele tem que pagar planos de saúde, tem que comprar terno, não dá pra ir toda hora a Miami comprar terno”.
Falar com tal naturalidade sobre “ir comprar ternos em Miami” já seria mais do que suficiente para demonstrar que o Desembargador Nalini, que ganhava apenas R$ 96.000 por mês com seu antigo cargo de presidente do Tribunal de Justiça de SP, não vive na mesma realidade que nós, pobres mortais, que se veem obrigados a exigir do estado direitos muito mais elementares do que ir a Miami regularmente.
Também afirma que tais privilégios se justificam “para fazer que juiz fique um pouco mais animado, com menos depressão, menos síndrome do pânico, menos AVC”. Só esqueceram de avisá-lo que um dos maiores índices de afastamento por transtornos psicológicos é justamente entre os professores, com mais 25% dos afastados por essas causas, e para os quais fez a indecente proposta para os professores da rede estadual de aumentar apenas 2,5% o salário ou pagar o bônus por desempenho.
Mas para o Secretário da Educação, a dignidade de um juiz é superior a de um professor pois “espera-se da Justiça, que ali personifica uma expressão da soberania esteja apresentável” por isso os príncipes de toga devem “usar um terno diferente todo dia, uma camisa razoável, um sapato decente, ele tem que ter um carro”. Entretanto, para o professor, responsável pelo pilar fundamental da soberania de um país, sobram apenas arrocho salarial, falta de condições de trabalho e muito, muito desrespeito.
Mas o que esperar de alguém que, em nova participação no Jornal da Cultura, agora em dezembro de 2015, afirmou em relação aos ataques terroristas de Bruxelas “que dá inveja de um povo que prefere se imolar, prefere morrer por causa de uma ideia” em oposição ao Brasil, “esse deserto de ideias”. Certamente Nalini enxerga dessa maneira porquê está aberto somente a ideais bárbaros e desumanizadores, como o dos jihadistas ou o do estado mínimo, enquanto reprime as novas ideias de justiça e igualdade que surgem na juventude secundarista.
É necessário que professores, pais e alunos unam-se na defesa da escola pública contra todos os ataques que o governo realiza, passando pela exigência de que a APEOSP realize uma forte greve contra o arrocho salarial e a reorganização escolar, permitindo que daí possa surgir um forte movimento que possa lutar contra todos os ajustes e ataques do governo do PT ao mesmo tempo que luta contra a manobra reacionária do impeachment, e não fique somente gastando milhares de reais com balões e panfletos voltados exclusivamente para a defesa do governo Dilma.
Com informações de Agencia Estado, RBA e Folha de S. Paulo.
Leia o texto de Nalini:
“A sociedade órfã”, José Renato Nalini, secretário da Educação do Estado de São Paulo
Uma das explicações para a situação de anomia que a sociedade humana enfrenta em nossos dias é o de que ela se tornou órfã. Com efeito. A fragmentação da família, a perda de importância da figura paterna – e também a materna – a irrelevância da Igreja e da Escola em múltiplos ambientes, gera um convívio amorfo. Predomina o egoísmo, o consumismo, o êxtase momentâneo por sensações baratas, a ilusão do sexo, a volúpia da velocidade, o desencanto e o niilismo.
Uma sociedade órfã vai se socorrer de instâncias que substituam a tíbia parentalidade. O Estado assume esse papel de provedor e se assenhoreia de incumbências que não seriam dele. Afinal, Estado é instrumento de coordenação do convívio, assegurador das condições essenciais a que indivíduos e grupos intermediários possam atender à sua vocação. Muito ajuda o Estado que não atrapalha. Que permite o desenvolvimento pleno da iniciativa privada. Apenas controlando excessos, garantindo igualdade de oportunidades e só respondendo por missões elementares e básicas. Segurança e Justiça, como emblemáticas. Tudo o mais, deveria ser providenciado pelos particulares.
Lamentavelmente, não é isso o que ocorre. Da feição “gendarme”, na concepção do “laissez faire, laissez passer”, de mero observador, o Estado moderno assumiu a fisionomia do “welfare state”. Ou seja: considerou-se responsável por inúmeras outras tarefas, formatando exteriorizações múltiplas para vencê-las, auto-atribuindo-se de tamanhos encargos, que deles não deu mais conta.
A população se acostumou a reivindicar. Tudo aquilo que antigamente era fruto do trabalho, do esforço, do sacrifício e do empenho, passou à categoria de “direito”. E de “direito fundamental”, ou seja, aquele que não pode ser negado e que deve ser usufruído por todas as pessoas.
A proliferação de direitos fundamentais causou a trivialização do conceito de direito e, com esse nome, começaram a ser exigíveis desejos, aspirações, anseios, vontades mimadas e até utopias. Tudo a ser propiciado por um Estado que se tornou onipotente, onisciente, onipresente e perdeu a característica de instrumento, para se converter em finalidade.
Todas as reivindicações encontram eco no Estado-babá, cuja outra face é o Estado-polvo, tentacular, interventor e intervencionista. Para seu sustento, agrava a arrecadação, penaliza o contribuinte, inventa tributos e é inflexível ao cobrá-los.
Vive-se a paranoia de um Estado a cada dia maior. Inflado, inchado, inflamado e ineficiente. Sob suas formas tradicionais – Executivo, Legislativo e Judiciário. Todas elas alvo fácil das exigências, cabidas e descabidas, de uma legião ávida por assistência integral. Desde o pré-natal à sepultura, tudo tem de ser oferecido pelo Estado. E assim se acumulam demandas junto ao Governo, junto ao Parlamento, junto ao sistema Justiça.
O Brasil é um caso emblemático. Passa ao restante do globo a sensação de que todos litigam contra todos. São mais de 106 milhões de processos em curso. Mais da metade deles não precisaria estar na Justiça. Mas é preciso atender também ao mercado jurídico, ainda promissor e ainda aliciante de milhões de jovens que se iludem, mas que poderão enfrentar dificuldades irremovíveis num futuro próximo.
No dia em que a população perceber que ela não precisa ser órfã e que a receita para um Brasil melhor está no resgate dos valores esgarçados: no reforço da família, da escola, da Igreja e do convívio fraterno. Não no viés facilitado de acreditar que a orfandade será corrigida por um Estado que está capenga e perplexo, pois já não sabe como honrar suas ambiciosas promessas de tornar todos ricos e felizes.
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O que falar desse texto em um país que quem come maior fatia do bolo, está exatamente no legislativo, executivo e judiciário. Incluse o próprio autor.do texto, como quem ganha um salário mínimo vai a Maime comprar terno?Aliás nem uma escola particular de qualidade pode-se pagar. E esse que é secretário de educação do estado de São Paulo?Sendo que não acredita na educação pública. Tá explicado a crise na educação desse estado.
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Parece os antigos coronéis que diziam que o povo só precisava aprender a escrever o nome para assinar o voto e assim não gastar a tinta com o dedão.
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Como um ignorante como o senhor se atreve a falar de educação? Já que existem 106 milhões de processos em cursos, faça o favor de abandonar o posto que não lhe pertence, pois é gritante a sua ignorância e VÁ TRABALHAR, porque ganhar R$96.000,00 pra dizer que existem 106 milhões de processos em cursos é sinal de que o senhor nunca trabalhou! Eu sou professor e não brinco de ser Juiz, não brinque com a gente também. O senhor é mais uma vergonha nacional, experimente andar na rua a pé para ver o quanto será vaiado, Faça como nosso falecido Ex-governador Mário Covas fez uma vez, encare a multidão e receba suas merecidas vaias.
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Essa ralé burguesa adestrada em direito também zombou sobre os privilégios à magistratura dizendo sobre o auxílio moradia ser necessário porque tinha que ir a Miami comprar ternos e é uma viagem estressante. Graças a tipos como ele o país matou o conhecimento para fazer retornar a propriedade dos rhesus após o Regime Militar.
Ele em países de verdade como Japão, Coreia do Sul e países escandinavos, entre outros, morreria congelado debaixo de viadutos por inutilidade.
A etnia japonesa forma com os prussianos, estes misturados com os alemães, os dois povos mais metafísicos do mundo moderno.
Os prussianos foram submetidos e seus conhecimentos roubados pelos EUA na construção de sua ciência e tecnologia e os japoneses destruídos pelas bombas quando brigava ao mesmo tempo com a China e os EUA.
Ler um Japão com 377 km2, sendo 70% em montanhas e florestas; estimativa de mais de 130 milhões de habitantes; dentro de terremotos e vulcões, nós mais de 8 milhões km2 e 200 milhões de habitantes contados e sem contar não sabemos; eles, 4ª maior potência do mundo; maior distribuição de rendas do mundo, nós 80º onde os 10% mais ricos detém quase todo o patrimônio, o espaço econômico e mais de 50% da renda e são tributados em média de 6%; eles, 6ª maior produtividade individual, nós 75ª, sendo que 5 brasileiros produzimos por 1 americano; eles, um dos maiores produtores industriais do mundo com destaque à sua engenharia imbatível, o automóvel, a eletrônica, a informática, a siderurgia, a metalurgia, a construção naval, a biologia e a química, com destaque para as indústrias com tecnologia de ponta nestes setores; nós importamos tudo ou produzem aqui dentro para suprimento interno interno, sucatas e adulterações, e exportações (mais de 60%), além do monopólio do comércio de atacados e na exportações no agronegócio, de insumos, e de energia, supremacia no comércio varejista, nas telecomunicações e em participações acionárias e explorações de reservas naturais; eles, os maiores preservadores do meio ambiente juntamente com os escandinavos e também contribuem com tecnologias e bilhões de dólares onde desmataram e desmatam nos países em que atuam desmatando, nós destruímos para plantar soja, criar bois em pecuária extensiva com desperdício excomunal de terras, onde a maior finalidade é a formação e concentração de patrimônio pelo capital urbano praticamente isento de tributação, sendo o agronegócio explorado indiretamente por mega produtores de insumos, tecnologias, assistência técnica e conglomerados de exportadores, todos internacionais, através de prepostos nacionais ocupantes das terras com títulos de produtores, latifundiário criando bois supervisionados e conduzidos pelos países importadores e madeireiros, vender e contrabandear madeiras como ocorre também na exploração de minérios; eles, 37 mil profissionais do direito para fazer média com o parceiro EUA visto não existir mercado para tais profissionais, sendo que não existe litígios por lá, média de 29 por 100 mil habitantes e admirável que lá os juízes punem a todos os litigantes na proporção das responsabilidades de cada um ou cada empreendimento em litígio; nós, 1 milhão de formados, 500 para cada 100 mil habitantes e mais de 100 milhões de processos em trâmite. até 20 ou mais anos de trâmite, e um monte de safados roubando direitos e recursos da sociedade comum e deixando muito mais ricos aristocratas, empresas, grandes produtores, colarinhos brancos e poder público. Eles, saúde, educação, segurança, vida média, no topo mundialmente; nós vivemos hoje e não sabemos o amanhã, talvez por ingestão de medicamentos; ou no hospital; ou num assalto; ou no trânsito; ou por contaminação e epidemias, ou por um tiro extraviado da polícia, ou por nervoso e ansiedade na espera do judiciário, ou por pressão psicológica e assédio moral no trabalho que leva ao infarto etc..Educação só aos ricos e com formação teórica e ideológica para gabinete e aos comuns domesticação e adestramento para analfabeto com certificado de instruído e analfabeto funcional limitado na memória e nos sentidos periféricos.
Zé Ramalho identificou-nos e reconheceu-nos como admirável gado novo. Acredito atribuindo também nossa dependência principalmente aos EUA e Inglaterra e também China e Rússia, estas a partir de 2003.
Vamos ao censo de 2010 e estudos desenvolvidos pelo IPEA e outros organismos.
Mesmo com boa evolução quantitativa dos últimos 8 anos, a contar de 2003, à época o IBGE (Observando que o plano de desmonte da produção nacional com a total abertura ao capitalismo predador internacional operou-se no governo FHC onde o projeto consolidou o país em produtor primário e mão de obra barata provocando o sucateamento de todo o parque industrial e produção agropecuária não conglomerada e desemprego em massa com mais de 3,5 milhões de trabalhadores técnicos sendo jogados na miséria e assassinados na reputação e o governo PT só prosperou o projeto enganando a massa com assistencialismo de dependência, inclusive aqueles que foram atirados na miséria e no subemprego pelo governo FHC vindo a realizar a maior concentração de rendas e patrimônios entre as elites e a classe média alta de todos os tempos, segundo próprios estudiosos da esquerda e não trazendo benefício algum a trabalhadores e aposentados com rendas acima do salário mínimo e nem recuperando as aposentadorias destruídas pelo governo anterior) identificou os percentuais e níveis de educação do Brasil como sendo, analfabetos/ensino fundamental incompleto 49,3%; fundamental completo/médio incompleto 14,7%; médio completo/superior incompleto 25,0% e ensino superior completo com pelo menos uma graduação completa 10,8%.
Estudos de acompanhamentos e avaliações demonstram que 75% dos brasileiro não possui domínio pleno da escrita, da leitura e das operações matemáticas, isto é, a cada 4 de nós 1 é alfabetizado plenamente (25%), e que 52% dos demais incluindo os de cursos superiores somos analfabetos funcionais.
Então ficamos, 75% analfabetos e semi analfabetos; 10,8% superior sendo 48% = 5,18 e analfabetos funcionais 52%, 5,62& e 14,2 sendo os intermediários usando os mesmos 25% como margem dos plenos temos 3,5% plenos e 10,7% analfabetos funcionais. Daí ficamos com analfabetos funcionais 5,62 + 10,7 + 16,32% e plenos 5,18 + 3,5 + 8,68% e dos 8,68% teremos que considerar 75% eruditos intelectuais e 25% metafísicos racionais onde iremos obter respectivamente 6,51% e 2,17%
Então ficaremos 75% gado de 16,32%, os analfabetos funcionais, estes gado dos 6,51% plenos eruditos e estes por seu turno gado dos EUA e G7 e parte China e Rússia levando os demais como seus gados e somente 2,17% auto suficientes e livres.
Somos 97,83% gado já erado após 36 anos de sua identificação por Zé Ramalho em 1979, pelo tempo decorrido sem evolução e regressão à década de 1950 conforme identificado por estudos da FIESP e dos organismos internacionais avaliadores de desenvolvimento..
Um grande profeta, Zé Ramalho e outros que asseguram o Brasil ser um gigante sem cabeça, uns, e um gigante invertebrado, outro,
Eu que estimo sermos ainda símios não renascidos a priori em dedução da metafísica de Kant não consegui enxergar que vivemos a sobrevivência do mais apto e os primatas são herbívoros e inofensivos..
Luiz Parussolo.
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Amei!
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Direito básico é eles roubarem e acharem que é normal,c esse já está pra lá de esclerosado é hora de se retira e se internar para tratar-se
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Este Sr. deveria ser demitido sumariamente da Secretaria da Educação. Seu texto contraria a Constituição, ele é um elitista a serviço dos seus pares, alias deveria deixar a vida publica e ir criar galinhas em sua chácara. Texto infeliz e fora de proposito. Vá de retro, velho retrógrado!
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Que ser humano mais horroroso! Vc tem razão. Este tipo de mentalidade é tão, ou mais, danosa para os brasileiros, quanto à ideia do estado tentacular, controlando tudo.
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Para o seu partido educação não pode ser um direito básico, pois vocês não querem pessoas cultas politizadas para que não tenha questionamentos da condução dos destino do país. Me desculpe o Senhor Educação é um direito básico é um dever do Estado vocês tem que cumprir.
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Um dia. “um dia” essa população brasileira vai acordar e perceber que estão nas mãos de salafrários que não merecem se quer, um comentário nosso.
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Como professora que fui (agora aposentada), tenho pena desse tal de Nalini, sujeito que deve ter sido um dos piores alunos de seus ricos colégios e faculdades particulares, pois não conseguiu aprender que o direito à educação É DEVER DO ESTADO, conforme estabelecido pela Constituição. Sua falta de decoro, inaceitável no detentor de um cargo público, beira o surrealismo. Acorda, homem! Tome tento, como diz nosso homem do povo que o mantém no cargo!
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“Faça o que eu digo, mas não faça o que faço.” Será que a sociedade está podre ou as máscaras e hipocrisias estão caindo?
Senhores poderosos sigam o exemplo do Papa Francisco. Eu disse exemplo. Um bom exemplo vale muito mais que todas as palavras do dicionário. Liderança se controi com exemplos e não com belas palavras.
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O Secretário é um cretino, que sequer considera a educação como dever do estado, conforme prescreve a Constituição Federal. Como membro de um partido e um governo esquerdista é espantoso que defenda o estado mínimo, utopia dos anarquistas ou ferramenta dos neoliberais. Além disso é um explorador dos recursos da Nação, como membro do judiciário, hoje extremamente bem pago, em relação ao resto da Nação. Portanto não tem condições para o exercício do cargo para que foi nomeado e devia ser retirado dele imediatamente.
Os comentários esquerdista acima, mostram que os que os escreveram, acreditam que o paraíso na terra dos comunistas é possível e os recursos necessários para sustentá-lo, serão providos pelo Universo. E todos sabemos que isso não é verdade, é apenas uma utopia. Portanto meus caros cidadãos vamos expulsar o secretário e trabalhar para viabilizar a educação. ABAIXO AS DITADURAS!!!
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