corrupção/Rio Grande do Sul

CPERS/Sindicato entrega pedido de impeachment de Sartori na Assembleia Legislativa

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Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação

O CPERS/Sindicato apresentou na manhã desta segunda-feira (22) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, pedido de impeachment do governador José Ivo Sartori (PMDB).

Em 2016, outro pedido de impeachment apresentado estava apoiado no fato do governador descumprir a Constituição, parcelando os salários do funcionalismo público, entre outros motivos.

Ao novo pedido de impedimento, entregue nesta manhã, somam-se diversos descumprimentos da Lei, tais como as pedaladas fiscais dissimuladas, descumprimento do Artigo 202 da Constituição Estadual – que determina que 35% da arrecadação do Estado devem ser destinados à Educação, pendências de contribuições junto ao IPERGS, e também ao fato de que a campanha eleitoral de Sartori, em 2014 ter sido contaminada por dinheiro proveniente de propina

O documento foi recebido pelo chefe de gabinete do presidente da Casa, Edegar Pretto (PT), que está cumprindo agenda, conforme a assessoria de imprensa. O pedido será encaminhado à Procuradoria da Casa para análise e manifestação.
Sartori foi citado pelo executivo da JBS Ricardo Saud. Em delação à Procuradoria Geral da República, Saud disse que R$ 1,5 milhão de propita teria sido repassados para a campanha do político, a pedido do senador Aécio Neves que, na época, era candidato à presidência.
“Uma coisa que você vai achar engraçada: o Aécio pediu pra dar 1,5 milhão para o PMDB do Rio Grande do Sul”, conta Saud na delação.
“Só que lá tem o Ivo Sartori era dissidente, porque o PT tinha candidato lá. Aí o Aécio deu um milhão e meio desse dinheiro dessa propina para o Sartori”, diz o delator. “Doação oficial, dissimulada de forma oficial”, acrescenta.
Em nota divulgada na quinta-feira (18), na qual informou ter se licenciado da presidência nacional do PSDB, Aécio disse que a “única prioridade” dele, a partir de agora, será preparar a própria defesa e provar o “absurdo” das acusações, além do “equívoco” das medidas contra ele.

Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação

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