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A Miséria voltou ao Nordeste e ao Brasil.Mas Governo corta 543 mil famílias do Bolsa Família em um mês

Crianças mortas de fome e saques a supermercados não são notícia desde que Lula e o PT implementaram políticas públicas para erradicação da pobreza. Mas voltarão a ser. E pode ser amanhã ou depois de amanhã. No artigo “A FOME VOLTOU” , um depoimento dramático de um Professor e Mestre Nordestino. E na matéria que reproduzo a seguir, a maldade esta evidente. Enquanto banqueiros e até o Neymar tem perdoadas dívidas de impostos e multas que remontam muitos bilhões de reais, o governo faz o maior corte de famílias em um único mês: 543 mil famílias vão deixar de receber o Bolsa. De janeiro para cá já foram cortadas um milhão e quinhentas mil famílias. A tragédia esta anunciada. E o silêncio ensurdecedor de políticos de todos os matizes, sinaliza que a tragédia anunciada se aprofundará. É o Brasil de volta ao passado e entregue ao demônio ungido por pastores e cristãos deputados.

 

O governo de Michel Temer passou a tesoura no Bolsa Família; em julho deste ano, o número de beneficiários do programa  teve o maior corte em relação a um mês anterior desde seu lançamento, em 2003:o número de benefícios encolheu em 543 mil famílias; o corte inclui suspensões para avaliação e cancelamentos; o número de bolsas pagas foi o menor desde julho de 2010, quando foram pagas 12.582.844 bolsas; se compararmos julho de 2014 com o mesmo mês de 2017, houve uma redução de 1,5 milhão de bolsas pagas

Brasil 247  O número de beneficiários pagos pelo Bolsa Família em julho registrou a maior redução em relação a um mês anterior desde o lançamento do programa, em 2003. Entre junho e o mês passado, o número de benefícios encolheu em 543 mil famílias. O corte inclui suspensões para avaliação e cancelamentos.

Ao todo, o programa pagou 12.740.640 famílias em julho. O número de bolsas pagas foi o menor desde julho de 2010, quando foram pagas 12.582.844 bolsas. Se compararmos julho de 2014 com o mesmo mês de 2017, houve uma redução de 1,5 milhão de bolsas pagas.

Mesmo com os cortes, ainda há mais de meio milhão de famílias na lista de espera para ingressar no programa, sem previsão. Questionado pela reportagem, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário culpou a política econômica do governo Dilma Rousseff (2011-16) pela redução.

Até então, o maior corte tinha ocorrido entre os meses de janeiro e fevereiro de 2013, após o fim de um recadastramento do governo federal. Naquela ocasião, houve 278 mil benefícios pagos a menos.

Quando foi lançado, em 2003, o programa atendia 3,6 milhões de famílias –a maioria já recebia benefícios menores que foram extintos, como o Bolsa Alimentação, o Vale Gás e o Bolsa Escola.

O corte no pagamento de julho pegou muitos beneficiários de surpresa. Na segunda-feira (7), a reportagem do UOL visitou a central do Cadastro Único e do Bolsa Família em Maceió, onde 55,2 mil famílias dependem do pagamento. O município também teve corte no número de beneficiários: em junho, eles eram 57,4 mil.

Entre os beneficiários que buscaram resolver problemas, o clima era de grande apreensão. “A verdade é que a gente fica sempre esperando uma notícia assim, pois sabe que estão cortando tudo. Até direitos da gente já cortaram”, diz a camareira Rosângela da Silva, 43, que tem três filhos –mora com dois deles– e recebia R$ 124 até junho. “Agora cortaram do nada.”

As informações são de reportagem de Carlos Madeiro no UOL.

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