A revista reconhece, no primeiro parágrafo da reportagem, a relevância de Lula para o país, o que é negado pela imprensa conservadora local: “Quando Luiz Inácio Lula da Silva terminou seu mandato de presidente do Brasil em 2011, seu índice de aprovação era de 83%. Seus programas sociais e um boom de commodities ajudaram a tirar 30 milhões de pessoas da pobreza. Ele espera concorrer à presidência mais uma vez em uma eleição em outubro e lidera as pesquisas por uma enorme margem”.
Principal revista liberal do mundo, a inglesa The Economist, publicou reportagem nesta quinta sobre as eleições na qual afirma que há “o risco de os brasileiros considerarem a eleição ilegítima se Lula não puder concorrer”; completa a revista: “E o caos nos tribunais reforça as preocupações de que o Judiciário se tornou apenas um fórum de política partidária”
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