Uncategorized

Governo exige CPF regular de pobres pra receber trocados, mas libera geral pra empresas e bancos

A Crise ainda nem tinha começado e Bolsonaro e Guedes já tinham liberado R$ 1,2 TRILHÃO para os Bancos. Veio a crise e eles queriam “dar” R$ 200 pros pobres e remediados. O Congresso, por insistência da Oposição aumentou o valor para R$ 600,00 até R$ 1.200,00 e por três meses pelo menos. Se pagasse pra 100 milhões de brasileiros, este valor chegaria a metade do que foi dado a meia dúzia de banqueiros.

Mas mesmo pra pagar estes míseros R$ 600,00 o Governo exige que quem já nem tem mais CPF por que tem tão pouco dinheiro que já nem usa mais ele, o regularize e o Ministério Público diz que o Governo Esta Certo. Mas aí o mesmo MP e o mesmo governo liberam os empresários de apresentar qualquer documento para se candidatarem aos recursos já liberados aos bancos. Tendeu? Ou quer que desenhe? É a Luta de Classes. Bolsonaro, capitaneado por Guedes e usando o gaúcho Lorenzoni de capacho na porta do Ministério da Cidadania liberam dinheiro público pra banqueiros e empresários que já estão demitindo gente e suspendendo contratos com trabalhadores mas não liberam dinheiro para os trabalhadores e o povo que mais precisa.

Nem os países europeus comandados por liberais como Merkel na Alemanha fazem deste jeito. Lá pagam o Salário dos trabalhadores sem demissão e sem suspensão de contrato de trabalho e para os demais, pagam Renda Mínima, que é bem maior que a merreca que dizem pagar por aqui mas boa parte do povo ainda nem viu a cor do dinheiro.

Quando o Brasil e os Brasileiros acordarem deste pesadelo, que muitos acham um sonho, a barbárie estará campeando por aqui. Por isto é tão necessária uma Frente Ampla de Salvação Nacional para barrar os ataques que continuam tirando direitos do povo e dos trabalhadores em meio a pandemia.

A matéria é da Revista Amanhã

MP dispensa documentos para empresas pedirem crédito a bancos públicos

Empresas estavam com dificuldades legais de acesso a linhas

A medida provisória foi necessária para permitir que as normas de facilitação do crédito tomadas nos últimos meses cheguem à ponta, principalmente às empresas de menor porte

Até o fim de setembro, as empresas afetadas pela pandemia de coronavírus que pedirem crédito em bancos públicos estão dispensadas de apresentar uma série de documentos. A redução de exigências consta da Medida Provisória 958, publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União.

Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, a medida foi necessária porque diversas empresas estavam com dificuldades burocráticas para terem acesso a linhas de crédito oferecidas pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal (CEF) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) durante a pandemia de Covid-19.

Até 30 de setembro, as empresas estão dispensadas de apresentarem os seguintes documentos ao pedirem crédito a bancos públicos: certificado de regularidade da entrega da Relação Anual de Informações Sociais (Rais); certificado de regularidade com obrigações eleitorais; certidão negativa de débitos (CND) da dívida ativa, desde que esteja em dia com a Previdência Social. Também estão dispensados o certificado de regularidade com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); a CND de tributos para empréstimos com recursos dos fundos constitucionais, do FGTS, do Fundo de Amparo ao Trabalhador e Fundo Nacional de Desenvolvimento Econômico (FNDE), e o certificado de regularidade no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).

Para as operações de crédito rural, a MP suspende até 30 de setembro a apresentação do certificado de regularidade do Imposto sobre Territórios Rurais (ITR), o registro de cédula de crédito rural em cartório e o seguro dos bens dados em garantia. Foram permanentemente revogadas a apresentação de registro em cartório da cédula de crédito à exportação e a obrigatoriedade do seguro de veículos penhorados em garantia de operações de crédito.

Segundo o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos da Costa, a medida provisória foi necessária para permitir que as normas de facilitação do crédito tomadas nos últimos meses cheguem à ponta, principalmente às empresas de menor porte. “Quando observamos os impactos da crise sobre a economia, o mundo inteiro se ressente do impacto da falta de crédito. Não adianta aumentarmos a liquidez do sistema financeiro, se o crédito não chega à ponta”, declarou.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s