Uncategorized

Banco do Brasil foi assaltado em operação com BTG Pactual? E o Presidente do Banco pediu demissão.Ai tem…

Banco criado por Paulo Guedes comprou por R$ 370 milhões carteira de crédito do Banco do Brasil que vale R$ 3 bi… (90% de desconto)

A gente ouve falar de assaltos a Bancos onde há verdadeiros exércitos armados. Mas ladrões milionários agem diferente. E não é só em filmes.

Depois do “assalto” relatado a seguir pelos Jornalistas Livres, fica mais claro qual o verdadeiro objetivo de certos bilionários e milionários patrocinarem Deputados, Juízes e Senadores pra darem um golpe num governo que estava melhorando a vida das pessoas e elegerem um sujeito como o Bolsonaro. É só ver o que falou o Presidente da Tesla: “a gente(os ricos do mundo) dá golpe em quem quiser”, sobre um Golpe que ele deu na Bolívia. Por aqui a turma de dentro mesmo dá golpe na maior cara dura. Enquanto isto a liberação de armas, inclusive de guerra, pros cidadãos, sinaliza que também milicianos e traficantes vão poder aprimorar métodos mais tradicionais de assalto.

Segue a chamada do Jornalistas Livres:

Em operação suspeitíssima, BTG Pactual ganhou descontão na compra de carteira de crédito do Banco do Brasil

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, entregou seu pedido de renúncia ao cargo alegando cansaço  —  sabe lá de quê —  e disse a amigos que queria estar mais próximos dos netos. Antes da demissão, há duas semanas, Novaes aproveitou seu poder para “passar a boiada”, enquanto a imprensa se preocupava com a Covid-19.

Por Dacio Malta*

Ele vendeu, por míseros R$ 370 milhões, uma carteira de crédito do Banco do Brasil no valor de R$ 3 bilhões ao BTG Pactual  —  banco criado por Paulo Guedes.

Sabem qual foi a última vez que o Banco do Brasil fez operação parecida?

Nunca.

Tudo foi feito sem licitação, sem concorrência, sem absolutamente nada.

Por que só R$ 370 milhões também é um mistério.

Para João Fukunaga, diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), “a venda da carteira de crédito para o BTG Pactual, dita de vanguarda, é bastante suspeita ao beneficiar, pela primeira vez, um banco fora do conglomerado e que justamente foi criado pelo ministro bolsonarista. Como saber se o BB não está sendo usado para interesses escusos do Paulo Guedes?”.

Como quem entende de economia é o Posto Ipiranga, ele faz o que bem entende, já que o capitão não entende nada de nada.

E, mais pra frente, quem sabe se torne também beneficiário dessa transação. Ou assalto, se preferirem.

Há quem acredite que a mamata acabou.

*Dacio Malta trabalhou nos três principais jornais do Rio – O Globo, Jornal do Brasil e O Dia – e na revista Veja.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s