Porto Alegre/Racismo

Valter Nagelstein, agora Réu por Racismo, também é do grupo “Armas pela Vida”. Mas pelas vidas de quem mesmo?

Pesquisas indicam que 75% dos mortos por homicídio no Brasil são…negros. (Clica no link pra saber mais)

Valter Nagelstein, 1º a partir da esquerda na foto do grupo de Vereadores do movimento “armas pela vida”, é agora réu por Racismo.

Valter Nagelstein não é o único bolsonarista que expressa publicamente seu racismo e seus preconceitos. E tampouco esconde sua simpatia por colocar armas nas mãos do povo, tal qual quer Bolsonaro.

As armas que Valter Nagelstein, Monica Leal, Comandante Nádia, Mendes Ribeiro, Wambert Di Lorenzo e Felipe Camozzato, os da foto, defendem são “pela vida” de quem mesmo?

A seguir, reproduzo na íntegra matéria da Zero Hora que narra a aceitação da Denúncia por Rascismo contra o Ex Vereador:

Justiça aceita denúncia e Valter Nagelstein vira réu por racismo em caso do áudio sobre vereadores

Tribunal de Justiça aceitou uma denúncia e tornou réu o ex-vereador e atual presidente do CanoasPrev Valter Nagelstein (PSD), nesta quinta-feira (15), pelo crime de racismo. O pedido dá prosseguimento à denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP), nesta tarde, e é do juiz Sidinei José Brzuska.”Considerando que há prova da materialidade do delito e suficientes indícios de autoria em desfavor do acusado (…), defiro trânsito ao processamento da ação penal e recebo a denúncia”, disse o magistrado.O objeto da denúncia é uma mensagem de Nagelstein, que viralizou em 17 de novembro, em que o ex-parlamentar agradece pelos votos e faz considerações sobre a nova composição da Câmara Municipal, referindo-se aos vereadores recém-eleitos do PSOL, afirmando que “muitos deles jovens, negros” e “sem nenhuma tradição política, sem nenhuma experiência, sem nenhum trabalho e com pouquíssima qualificação formal”.No fim de 2020, após as eleições municipais, foram eleitos cinco vereadores negros, o que foi considerado por entidades da área uma conquista histórica na Capital.Para o MP, Nagelstein “praticou, induziu e incitou discriminação e preconceito de raça, cor e etnia”. Na denúncia, a entidade solicitou que seja fixado pela Justiça valor mínimo para reparação dos danos causados, “considerando os prejuízos sofridos pelos ofendidos, tudo corrigido monetariamente”.A denúncia apresentada pelo MP deriva do indiciamento da Polícia Civil. O inquérito foi aberto em razão de uma notícia-crime enviada pela Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos, atendendo a pedido feito pelo Movimento Negro Unificado e subscrito por outras 40 entidades. Durante o inquérito policial, a bancada negra da Câmara foi ouvida e disse ter se sentido atacada ao ter qualificação e experiência questionadas.

Com Informações de Zero Hora

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