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Decisão Judicial sinaliza que Rodoviários de Porto Alegre podem recuperar prejuízos de “plebiscito” fraudulento

Decisão do Tribunal Regional do Trabalho sinaliza que Rodoviários de Porto Alegre podem recuperar na justiça os prejuízos causados pelo plebiscito fraudulento aplicado nas garagens da cidade.

Relembrando: A patronal junto do sindicato da categoria, fizeram um plebiscito fraudulento para aplicar as MPs da morte de Bolsonaro nas garagens de Porto Alegre. O suposto acordo contido no Plebiscito era uma fraude que levou a perdas e prejuízos a muitos trabalhadores. Nem o Sindicato e nem ninguém podem fazer “acordos” ABAIXO dos valores e direitos que a Lei determina. E muito menos através de um “plebiscito”.


Uma decisão do TRT, (tribunal regional do trabalho) nesta semana, julgou procedente um processo que buscava anular os efeitos do plebiscito e o pagamento dos eventuais prejuízos ao trabalhador no período da vigência da redução salarial na categoria.


O processo foi movido pelo motorista da empresa Tinga/Trevo; Rodrigo Almeida, o Digão. Este processo movido por digão foi um dos motivos de fundo que levou a sua demissão, numa justa causa sem qualquer fundamento, cujo a anulação já foi determinada em outro processo judicial.


Esta decisão se aplica ao caso do Digão, mas abre uma importante via para que toda a parte da categoria, que foi prejudicada com a redução salarial via plebiscito, consiga reaver o prejuízo. Inclusive os que foram demitidos depois deste tempo, podem buscar esse período.


Está é uma decisão que cai com uma bomba no colo dos empresários capitalistas da cidade, que se utilizaram da pandemia para massacrar a categoria, tirando seu lucros dos bolsos dos trabalhadores.


O sindicato, que poderia acionar a justiça e garantir um processo coletivo que garanta a segurança e anonimato dos trabalhadores, não o fará. Afinal o sindicato não só se omitiu ao absurdo que foram aqueles plebiscitos, como colaborou ativamente para a efetivação do pleito patronal.


Mais uma demonstração do quanto a direção sindical está mais comprometida com o patrão do que com o peão.
Não bastasse todo o sufuco dos rodoviários na pandemia, expostos ao vírus, MPs de Bolsonaro, ainda uniram-se patrão e sindicato para causar um dano que custou caro a muitas famílias na categoria que sucumbiram ao flagelo social da falta de condições seguras de prover o próprio sustento e alimentação adequada.


É a hora da categoria se levantar contra a privatização da Carris, contra os ataques de Melo e sobretudo contra àqueles que os exploraram acreditando que ficarão impunes à fúria dos trabalhadores

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