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Enquanto 162 mil famílias de Porto Alegre ficam sem Auxílio, criminosos desviam R$ 10 milhões da Assistência Social e Saúde do Município

“Os crimes investigados são corrupção passiva, peculato e organização criminosa. Os valores liberados nos contratos sob suspeita somam R$ 10 milhões, mas não há confirmação do  valor total desviado”

Nenhuma Visão Social move o Prefeito Melo e sua gente. Até agora, nenhuma palavra sobre o escândalo das 162 mil famílias excluídas do “Auxilio Brasil” de Bolsonaro , muitas das quais nem sabem ainda a dificuldade pior que enfrentarão nos próximos, depois que acabarem as 4 parcelas de R$ 100,00 recebidos depois de serem submetidas a humilhantes horas sob sol e chuva para poderem receber a mísera “ajuda” do populista Governo Leite.

Não dá pra não ligar um fato com o outro: Quem rouba dinheiro da Assistência Social são os mesmos que desmontam os Serviços de Assistência e diminuem ou acabam com o Auxilio para quem mais precisa, justamente quando cada vez mais gente entra na situação de Pobreza ou extrema pobreza.

Agora, através de uma condescendente matéria da Zero Hora, ficamos sabendo que a empresa privada contratada pela Prefeitura, com a participação de funcionários de Melo, desviaram R$ 10 milhões do parco dinheiro que há na já combalida ASSISTÊNCIA SOCIAL e na SAÚDE do Município.

Diante da condecendente manchete da Zero Hora Operação investiga desvio de recursos em contratos da prefeitura de Porto Alegre com prestadora de serviços, decidi reproduzir a matéria na íntegra mas antecedida pelo título acima e pelo pequeno comentário e links a seguir:

Não há nenhuma vergonha e nem limite para a privatização de serviços e bens públicos em Porto Alegre. Só no entorno da Orla do Guaíba e do Centro Histórico afloram as fotografias e símbolos da vergonha, da chinelagem e da privataria a que esta entregue a cidade. Falo disto nos artigos “A 200 metros do Gasômetro, Prefeitura transforma Orla do Guaíba em loteamento da vergonha de Melo” e no “O “presente de grego” para os Porto Alegrenses no Natal da Orla do Guaíba, patrocinado pelo Zaffari e más companhias“.

Não é “privatização” dos Serviços e Bens Públicos. É “PRIVATARIA” mesmo, uma mistura de pirataria com privatização, que esta saqueando a Capital de todos os gaúchos e gaúchas, não tendo vergonha nem de pegar parte do pouco dinheiro que há na Assistência Social para dar conta da Pobreza que aumenta a olhos vistos.

Segue na íntegra a matéria da insuspeita Zero Hora, que tanto esconde as maldades do Prefeito e do Gvernador

Contratos sob suspeita somam R$ 10 milhões. Sete mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nesta terça-feira

Polícia Federal / Divulgação
Apuração indica irregularidades na escolha da OS e sobrepreço de valoresPolícia Federal / Divulgação

Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU) e Polícia Civil realizam, nesta terça-feira (14), operação contra desvios de recursos públicos do Fundo Nacional  de  Assistência Social (FNAS) e do Fundo Nacional de Saúde (FNS) em Porto Alegre. Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão na Capital, em endereços ligados a pessoas e empresas que integrariam o esquema.

A investigação começou em janeiro, mirando a contratação de uma Organização Social (OS), pela prefeitura, para prestar Serviço Residencial Terapêutico em quatro unidades sob gestão  da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), e Serviço de Acolhimento 24 horas de Pessoas em Situação de Rua, sob gestão da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) — que é subordinada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Segundo a PF, a apuração indica irregularidades na escolha da OS e sobrepreço de valores em relação à instituição que prestava os serviços anteriormente. A investigação identificou, ainda, que parte dos serviços foram terceirizados para empresas em nome de familiares dos responsáveis pela OS — como forma, de acordo com a polícia, de “manter o domínio sob o dinheiro desviado”.

Os crimes investigados são corrupção passiva, peculato e organização criminosa. Os valores liberados nos contratos sob suspeita somam R$ 10 milhões, mas não há confirmação do  valor total desviado.

Os nomes dos investigados ainda não foram divulgados. Mais detalhes serão dados em entrevista coletiva às 9h30min.

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