No Rio Grande do Sul, o diagnóstico de esquizofrenia e o surto psicótico deixaram de ser questões de saúde pública para se tornarem sentenças de morte executadas em via pública. O braço armado do Estado, que deveria servir e proteger, consolidou uma “solução” definitiva e bárbara para quem sofre de transtornos mentais: o extermínio. O … Continuar lendo