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Aumento para aposentado não quebra o país

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Pescado do Blog do Zé Dirceu

“Não vai ser R$ 1,7 bi a mais que vai quebrar o país. Vamos continuar com a rigidez fiscal equilibrando as contas públicas.” Essa foi a reação do presidente Lula ao fim do mundo desenhado nas críticas da oposição e da mídia por ele ter sancionado o aumento de 7,72% (gasto anual de R$ 1,7 bi) para os aposentados que ganham acima de um salário mínimo.

Tem razão quando prevê que o aumento deve impulsionar o consumo dos aposentados, o que compensará, em parte, os gastos do governo. Na verdade, diz o presidente, “vai haver uma recuperação de parte desse dinheiro em impostos que o governo vai cobrar nos próximos meses e vai ajudar a economia brasileira a se dinamizar.”

“Eu não sei por que isso ajudaria a Dilma, o Serra ou a Marina. Pode ajudar mas, certamente, tem as pessoas que eu sei que vão ser ajudadas: são 8,5 milhões de aposentados que ganham mais de um salário mínimo”, completou o presidente ao tirar conotação eleitoral do aumento que concedeu aos aposentados.

Lula x FHC

Lendo os jornais hoje, achei ótima, também, a declaração de nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) numa comparação entre os governos Lula x FHC. Aquela que os tucanos e seu candidato a presidente José Serra (PSDB-DEM-PPS) tremem nas bases e lutam com unhas, dentes e garras para que a gente não faça na campanha eleitoral.

Em seu programa de rádio “Fala Dilma” (ouça), ela acusou o governo FHC de ter elaborado uma lei que impediu a criação de centenas de escolas técnicas no Brasil: “Na época do Fernando Henrique Cardoso, em 1998, fizeram uma lei, estabelecendo que o governo federal constrói a escola técnica, mas quem tem a obrigação de mantê-la são os governos dos Estados, ou as prefeituras ou a iniciativa privada. Ora, Estados e municípios mais pobres, que têm poucos recursos, não têm como manter essas escolas.”

“Por isso não se fazia escolas profissionalizantes. Na prática mesmo, para valer, a lei do FHC impediu que fossem criadas centenas de escolas no Brasil”, concluiu Dilma, informando que durante 94 anos (entre 1909 e 2003), foram construídas 140 escolas técnicas no país contra 214 novas unidades em oito anos de governo do PT.

Comparação mais contundente e explicação mais didática que essa, impossível!

Fotos: Roosewelt Pinheiros/ABr

4 pensamentos sobre “Aumento para aposentado não quebra o país

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