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No Egito, Jovem repete cenas de Pequim em 1989 e para os tanques da ditadura

Jovem Egipcio repetiu ontem uma cena vista na Praça TianAnmen, em Pequim, 1989. Barrou o avanço de um Tanque. A juventude quer liberdade para o mundo. Na China o capitalismo avançou, apoiado pelos tanques e metralhadoras da burocracia do Partido Comunista Chinês.A liberdade continua trancafiada pelos mandarins socialcapitalistas. No Egito a juventude também coloca sua marca na história. Viva a rebeldia, farol da liberdade e do desenvolvimento.

Lembre das cenas de TianAnMen, Pequim 1989. Milhares foram fuzilados pelo exército dos mandarins. O mandarinato socialista matou para destruir o sonho de liberdade e impor de vêz o capitalismo, capitaneado pela burocracia do Partico Comunista Chinês. Mas lá também um jovem eternizou a luta pela liberdade na imagem.

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2 pensamentos sobre “No Egito, Jovem repete cenas de Pequim em 1989 e para os tanques da ditadura

  1. Está na cara que o senhor não sabe do que se trataram os protestos em Tianamen. É lamentável que este tom de esquerdista revolucionário desinforme o que realmente aconteceu naquela praça em 1989.

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    • Como assim, não sei o que aconteceu na Praça Tiananmen? Milhares de jovens chineses e chineses de todas as idades foram mortos. Uma revolução democrática, que contestava o poder dos madarins “comunistas” chineses foi levada as ruas pelo povo cdansado da ditadura Maoista/stalinista. Mas não havia projeto, nem partido que pudesse captar a vontade das massas populares na rua, e o poder do madarinato comunista fez as botas do exército pisotearem corpos e sangue de chineses que só queriam a liberdade de escolher. A China e os chineses hoje não podem escolher. E o capitalismo entrou lá com tudo, patrocinado pelo capitalismo mais selvagem, utilizando-se da mesma milenar cultura que havia mantido Mao Tse Tung no poder por muitas décadas. A Claasse trabalhadora chinesa é uma das mais exploradas econômicamente do mundo. Mas esta mesma classe trabalhadora já padeceu fome e miséria pior durante a “revolução cultural” de Mao. Os novos mandarins, que se escondem atrás do mito de Mao, oferecem agora migalhas do capitalismo. Os burocrtas do Partico Comunista Chinês se associam aos grandes capitalistas internacionais e exploram esta classe trabalhadora de forma desenfreada, para satisfazer as nossas necessidades de consumo aqui no ocidente. Aliás, já te perguntaste se precisas mesmo de todos os produtos que hoje utilizas e são fabricados na china a preço vil? Sei bem dos protestos da Praça da Paz Celestial. O povo lá queria limpar o comunismo da praga sanguessuga da burocracia, mesmo que esta fosse uma ação inconciente das massas populares. O s meios de comunicação daqui venderam a idéia de que alí estava acontecendo uma rebelião contra o comunismo. Não. Era uma rebelião pela liberdade. Assim como agora querem liberdade os jovens árabes que se movimentam em vários países. É tempo de rebeldia da juventude. Que bom. Assim caem ditaduras. foi assim no Brasil, na Argentina, no Chile…no mundo. Falta ao mundo se dar conta de que terão que haver muitas revoluções ainda, até que caia o capitalismo que nos faz consumir, consumir, até que consumamos o próprio planeta. Abre os olhos Fernando, e aproveita para abrir a mente. Estás tomado da mentalidade dos que se submetem à formação e informação dos que tem o poder para oferecer a versão que quiserem. Não quero te impor nenhuma “versão”.Mas quero que te informes sobre todfas que há. A verdade universal não existe. Há concensos gerados pela força ou pelo debate. Estou entre aqueles que entendem que a verdade só se forja colocando em cheque todas as versões. Abraço

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