Enquanto o Império e as bightechs jogam o mundo em uma Guerra Hibrida sem fim visível, no Brasil e no Rio Grande teremos eleições. Mas não nos enganemos: elas são vistas pelo império e pelas bightechs como batalha da guerra hibrida que travam contra o mundo livre.
Fiquei feliz com o conteúdo da matéria da Zero narrando reunião havida entre o PDT e o PT gaúchos. A possibilidade concreta da Unidade entre trabalhistas e petistas, sinaliza que ambos compreendem que há um mal a ser derrotado no mundo e que aqui como em todo o Brasil, é representado pelo bolsofascismo. Não se trata de negacear pequenas coisas. A Soberania Nacional esta em jogo.
Achei meio estranha a forma de comunicar a petistas e trabalhistas o conteúdo da reunião: as páginas da Zero Hora. Em tempos de guerra hibrida, onde a Comunicação é arma de Guerra, e a Guardiã das barrancas do diluvio definitivamente não esta do nosso lado, é estranho que tenham chamado repórter da Zero Hora pra acompanhar esta importante reunião. Ou se não chamaram, fizeram um relato tão preciso, que a reportagem mereceu elogio de liderança do PT por bem relatar o conteúdo da reunião.
Quanto ao conteúdo, quem acredita na ciência, para eleições importantes como estas, precisa estar munido de resultados de Pesquisas quantitativas e qualitativas para compor o cenário e montar as peças no tabuleiro para derrotar o inimigo. E neste caso, não é só um “adversário”. É inimigo sim. Inimigo da Democracia e da Soberania Nacional, e nem esconde isto: Chegou a abrir a Bandeira Americana em evento na Câmara dos Deputados, onde comemorou as Sobretaxas de Trump aos produtos brasileiros e gaúchos. Imagina o custo para o Estado e para os gaúchos, se um sujeito destes se elege.
Não conheço as pesquisas que meu partido, o PT, tem. Acho que deveriam ser divulgadas, pelo menos internamente, para a militância.
Já as pesquisas publicadas via mídia tradicional, tem mostrado que Juliana Brizola tem mais possibilidade de vencer a Eleição contra Zucco do Trumpbolsonarismo.
Mas como disse ali no paragrafo inicial, o Rio Grande é parte deste Brasil Gigante que o Império e o novo capitalismo imperial trumpista quer submeter.
“O Rio Grande só será forte se o Brasil for forte, e o Brasil só será soberano se estivermos unidos contra a espoliação internacional.” (Brizola, na Campanha da Legalidade em 1961)
Esta mensagem Brizola transmitiu dos porões do Palácio Piratini através da Rede da Legalidade, uma cadeia de rádios que furou a censura federal.
O termo “perdas internacionais” era um pilar de seus discursos da época, referindo-se à remessa de lucros de empresas estrangeiras (como a ITT e a Bond & Share, que ele Estatizou no estado, cortando o “sangramento das riquezas nacionais” pelo imperialismo.
Para Brizola, o Rio Grande do Sul não deveria buscar soluções isoladas; a força do estado dependia da libertação econômica de todo o Brasil frente aos interesses norte-americanos.
Atualizações necessárias: Do dia da publicação do artigo acima (16/03), até hoje, 23/03, aconteceram muitas coisas, todas sempre narradas largamente pela Zero e pela mídia, corroborando o que digo acima, sobre a comunicação do Partido. Isto suscitou um debate sobre o passado de embates entre petistas e trabalhistas e deixando de lado as mudanças havidas na conjuntura, em especial de janeiro pra cá, “quando o fascismo mudou de patamar”, como diz Luiz Marques, atacando diretamente a Venezuela, colocando o Equador a atacar a Colômbia, fechando ainda mais o torniquete a Cuba e iniciando uma guerra contra o Irã.
A seguir, dois artigos, um do Luiz Marques, militante Histórico do PT, que sempre identifico com a DS e outro do Carlos Ferreira, da CNB. Os dois artigos vão na mesma direção, pelo menos no que diz respeito ao Momento Político que vivemos. Leia, clicando nos links a seguir:
A matéria de Zero Hora que menciono acima, segue na íntegra neste link
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