De acordo com Sindicato dos Bancários de Brasília, “o objetivo é se posicionar contra a independência do órgão, para que o banco continue trabalhando em favor da sociedade brasileira e não a serviço da ganância do sistema financeiro”.
Com um Banco Central independente, a política econômica do país passa a ser definida pelo Banco, sem intervenção de governantes eleitos, podendo afetar diretamente as políticas sociais do governo.
O sindicato explica que, para cumprir seu papel, o Banco Central precisa estar “entrelaçado com o projeto de governo e priorize o interesse público acima dos privados”. Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, apostaram numa política econômica de distribuição de renda e valorização do salário mínimo. Com essa política, o Brasil reduziu a pobreza e aumentou o emprego, mantendo a economia dentro da meta de inflação.
“A pauta do nosso ato inclui a democratização do sistema financeiro, para que não tenhamos apenas três pessoas decidindo qual o tamanho das taxas de juros e para tentar fazer uma vacina que, de fato, não inviabilize o aumento ou a escalada da inflação”, explica Eduardo Araújo, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília.
Por Aline Baeza, da Agência PT de Notícias
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