Depois de Mário Negromonte (ex-ministro das Cidades e presidente do PP na Bahia) e de Luiz Argôlo (ex-PP e atualmente no SDD), quem aparece na lista dos 96 deputados que receberam doações oficiais para campanha de fornecedores da Petrobras sob suspeita é o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy.
Algumas das empresas são investigadas por depositar recursos na MO Consultoria, empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef, ou são suspeitas de colaborar para o esquema de coleta de recursos tocado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Uma das vozes mais ativas da oposição a favor da CPMI (comissão parlamentar mista de inquérito) da Petrobras, Imbassahy teria recebido R$ 100 mil em sua campanha de 2010. Ao todo, já são oito deputados baianos acusados de envolvimento.
O Bahia 247 tentou ouvir Imbassahy, mas não conseguiu até o momento desta publicação. Sua assessoria informou que ele está em reunião na Câmara.
Além dos 96 deputados federais, 25 senadores também se beneficiaram do esquema do suposto esquema de lavagem de dinheiro comandado por Youssef por meio de repasses feitos por fornecedores da Petrobras sob suspeita.
Algumas dessas empresas são investigadas por terem comprovadamente depositado recursos na MO Consultoria, empresa de fachada do doleiro, ou são suspeitas de colaborar para o esquema de coleta de recursos tocado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
O grupo de parlamentares teria recebido R$ 29,7 milhões no total.
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