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“Não tem ninguém mais ferido do que eu” diz Richa, fazendo troça dos professores massacrados por sua polícia

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Pela primeira vez desde o massacre policial que deixou 200 feridos numa manifestação contra sua gestão, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), pediu desculpas à sociedade pelo episódio e se disse o “mais ferido” diante do fato; mas não baixou o seu ar de soberba e acusou o sindicato dos professores e os manifestantes de terem responsabilidade pelo ocorrido; segundo ele, o órgão “agiu maldosamente”; “O episódio foi lamentável, ninguém desejava que isso acontecesse. Eu pedi o tempo todo para a polícia que fosse tolerante, que evitasse o confronto”, afirmou o tucano; “Eu não estava no controle da operação. Nem aqui no Palácio Iguaçu [em frente à Assembleia] eu estava. Foi uma operação militar. Há imagens de manifestantes partindo para cima da polícia, de pessoas radicais tirando as pedras do calçamento para atirar nos policiais. Em determinado momento, os policiais ficaram acuados e reagiram”, completou; Fernando Francischini, que era secretário de segurança, caiu nesta sexta

Brasil 247 Pela primeira vez desde o massacre policial que deixou 200 feridos numa manifestação contra sua gestão, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), pediu desculpas à sociedade pelo episódio e se disse o “mais ferido” diante do fato. Mas acusou o sindicato dos professores de ter responsabilidade pelo ocorrido. Segundo ele, o órgão “agiu maldosamente” em relação ao projeto da previdência proposto pelo Estado.

“Posso te assegurar: não tem ninguém mais ferido que eu. Eu estou ferido na alma. O mais prejudicado hoje sou eu. Ao meu ver, o governo deve desculpas, sim. E o sindicato dos professores. Devem desculpas à sociedade paranaense e brasileira pelo episódio lamentável que aconteceu aqui na frente”, afirmou ele em entrevista ao site da Folha nesta sexta-feira (8), horas depois de o secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini (SD), pedir demissão.

Foi a terceira baixa no primeiro escalão de Richa desde a ação policial: o secretário da Educação, Fernando Xavier Ferreira, e o comandante da PM, coronel Cesar Vinicius Kogut, também saíram, após pressão da oposição e até da base aliada.

“O episódio foi lamentável, ninguém desejava que isso acontecesse. Eu pedi o tempo todo para a polícia que fosse tolerante, que evitasse o confronto”, afirmou o tucano rechaçando que ele tenha comandado a operação policial, mas novamente acusando os manifestantes de terem culpa no ato.

“Eu não estava no controle da operação. Nem aqui no Palácio Iguaçu [em frente à Assembleia] eu estava. Foi uma operação militar. Há imagens de manifestantes partindo para cima da polícia, de pessoas radicais tirando as pedras do calçamento para atirar nos policiais. Em determinado momento, os policiais ficaram acuados e reagiram.

 


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Um pensamento sobre ““Não tem ninguém mais ferido do que eu” diz Richa, fazendo troça dos professores massacrados por sua polícia

  1. Prezado Sr Richa, o que o senhor tem de ferido? Por acaso é a sua carreira política? A sua vergonha perante a sociedade? A sua integridade física? Quiça os professores sentissem essas dores. Os professores de todo o Brasil viram sua luta Democrática ser atingida no âmago; foram feridos no seu maior orgulho: o trabalho e a profissão; foram feridos em sua dignidade humana.

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