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Dilma, traz dinheiro dos BRICs para a Petrobras

Destravar a Petrobras, já !

Como se sabe, recentemente, a Fel-lha proclamou a irrelevância, seguida do fechamento do BRICs.

Os chefes de Estado dos BRICs, segundo a abalizada opinião dos economistas de bancos que enchem a Fel-lha de asnice, não passam de Cinco Patetas.

Pois, não é que os Cinco Patetas se reuniram na Turquia, na reunião do G20 – o que a Fel-lhaacha do G20 ? – e a Dilma noticiou que o banco dos BRICs já pode emprestar !

Então, que tal pegar uns US$ 50 bilhões desse banco, tirar uns US$ 50 bi das reservas gordas do Brasil e destravar o endividamento da Petrobras.

E, com isso, fazer a Petrobras voltar a rodar, contratar e empregar ?

Agora, pateta mesmo parece ser o Levy, da levyandade da maracutaia da repatriacão.

O Levy se sentou em cima do projeto dos professores Bercovici, José Francisco e Walfrido Warde, que destrava a Petrobras de forma definitiva e dá uma solene banana aos “loucos de Curitiba”, como os definiu o Belluzzo.

Ao que disse a Dilma aos outros Quatro Patetas:

Brics se comprometem a fortalecer cooperação na luta contra o terrorismo

Ainda sob a sombra dos ataques em Paris, os chefes dos países dos Brics condenaram os atentados e reafirmaram o apoio ao povo e ao governo da França e aos esforços para levar os responsáveis à justiça, após reunião na manhã deste domingo (15). Segundo nota oficial do Itamaraty, os líderes reiteraram “o compromisso de fortalecer a cooperação entre os países do Brics e com outras nações na luta contra o terrorismo”.

Antes de participar da reunião de dirigentes do G20, que começa neste domingo na cidade turca de Antália, a presidenta Dilma Rousseff; os presidentes da China, Xi Jiping; da Rússia, Vladimir Putin; da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, governantes dos grandes países emergentes do grupo Brics realizaram encontro para coordenar suas posições na cúpula.

No encontro, segundo nota, ressaltaram a “importância de fortalecer a parceria estratégica do Bloco, baseada nos princípios de abertura, solidariedade, igualdade, entendimento mútuo, inclusão e cooperação mutuamente benéfica e enfatizaram a determinação em continuar a trabalhar juntamente com outros membros do G20 para contribuir de forma contínua a uma recuperação mais rápida e sustentável da economia global e para a redução de riscos potenciais”.

O texto enfatiza também o progresso significativo de 2015 no avanço da cooperação intra-Brics. O destaque é a implementação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), que entrou oficialmente em operação em julho deste ano, logo após a VII reunião de Cúpula do grupo em Ufa, na Rússia. A entidade terá como objetivo financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos cinco países integrantes e em outros países pobres e em desenvolvimento. A expectativa é que as primeiras operações ocorram no início de 2016.

Além disso, o Arranjo Contingente de Reservas (ACR) do Brics foi estabelecido e contribuirá para a estabilidade do sistema financeiro internacional, tendo em vista a maior volatilidade da situação financeira e econômica mundial.

“Os líderes concordam que a economia global ainda está em risco e que sua recuperação ainda não é sustentável, o que realça a importância do fortalecimento da coordenação e da cooperação em políticas macroeconômicas entre os membros do G20 para evitar repercussões negativas e de modo a lograr crescimento forte, equilibrado e sustentável”.

Para contribuir de forma contínua para recuperação mais rápida e sustentável da economia global e para a redução de riscos potenciais, os presidentes do Bloco se comprometeram a continuar a trabalhar em conjunto com os outros membros do G20 e em concentrar os esforços na implementaçao de suas respectivas estratégias nacionais de crescimento.

FMI
No texto conjunto, as autoridades dos Brics expressaram “profundo desapontamento” diante da falta de progresso na modernização de instituições financeiras internacionais, especialmente nos acordos relativos à reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os países do bloco solicitaram ao FMI “intensificar esforços, em colaboração com o G20, para encontrar soluções que por fim tornariam possível o incremento dos recursos oriundos de quotas da instituição, bem como a revisão da distribuição das quotas e dos votos em favor de países em desenvolvimento e economias emergentes”.

3 pensamentos sobre “Dilma, traz dinheiro dos BRICs para a Petrobras

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