olimpíada

Joanna Maranhão enfrenta o Brasil machista, homofóbico e racista

Joana Maranhão

A nadadora pernambucana Joanna Maranhão, assim como a carioca Rafaela Silva, não tem medo dos ataques da porção machista, racista e homofóbica do país. As mulheres olímpicas enfrentam. Ontem, após ficar fora da semifinal dos 200m medley por cinco centésimos, ela sofreu uma enxurrada de ataques criminosos nas redes sociais com pessoas chegando a elogiar o fato de ela ter sido estuprada na infância. Hoje (9), após ser eliminada na fase classificatória dos 200 metros borboleta dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, Joanna desabafou. Chorando muito, mas sem fraquejar, atacou a cultura machista e solidarizou-se com a judoca medalha de outo Rafaela Silva, alvo de seguidos ataques racistas quando foi desclassificada da Londres 2012. Ela avisou: vai tomar medidas judiciais.
Brasil, nestas Olimpíadas, é mais que nunca um substantivo feminino

Da Carta Capital

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