Da CONEXÃO JORNALISMO
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O som dos desfiles de canhões e caças da Aeronáutica não conseguiram sufocar os gritos de #ForaTemer ouvidos no Eixo Monumental, em Brasília, onde tradicionalmente ocorre o Desfile de 7 de Setembro. Os gritos começaram a ser ouvidos quando ele, ao lado da mulher Marcela Temer, caminhava em direção a Tribuna Presidencial. Ao seu lado ainda estavam também o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski.
Quebrando o protocolo, o ritual que era mantido pelos governantes com legitimidade, o usurpador não usou a faixa presidencial. Da mesma maneira, evitou a passagem por todo o Eixão no automóvel Rolls-Royce, conversível, no qual todos os antecessores desfilaram. A razão é óbvia: não prolongar a angústia de ouvir gritos de insatisfação do público. Quem este ao lado do presidente percebeu que as vaias e apupos só ganhavam trégua quando manifestantes respiravam para trocar a expressão “#ForaTemer” pela “# Golpista”.
Logo após este episódio, a PM (sempre ela) tomou a bandeira de um grupo de estudantes que protestava contra o usurpador. E ameaçou retirá-los caso continuassem protestando. De quem veio a ordem? Três chances.
NdaR – Acertou quem disse que o autor da ideia não precisa de pente.
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É uma vergonha um representante do povo, sem puder estar perto do povo, o povo nunca vai reconhece-lo com Presidente do Brasil.
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