Educação/Reforma Agrária

Record mente sobre Encontro dos Sem Terrinha para agradar Bolsonaro, diz coordenador do MST

encontro teve o tema “Sem Terrinha em Movimento: Brincar, Sorrir, Lutar por Reforma Agrária Popular!” e foram debatidos os direitos da criança e a questão da alimentação saudável. Os participantes se dividiam em diversas oficinas culturais e lúdicas. Através delas, parte das crianças, por exemplo, foi integrada à equipe de comunicação do encontro, tirando fotos, escrevendo textos e gravando vídeos.

Segundo coordenador nacional do movimento, “o MST cuida, junto das famílias sem-terra, de milhares de crianças que sofrem na pele o descaso do poder público em fazer reforma agrária e garantir uma vida digna no campo”

(Foto: Brasil de Fato)

“A Record mente sobre Encontro Sem Terrinha do MST para agradar Bolsonaro. Na noite deste domingo (10) muita gente assistiu a uma sequência de mentiras”, afirma o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Paulo Rodrigues.  A TV Record exibiu uma reportagem onde afirma que vídeos publicados pelo movimento envolvendo crianças estariam causando revolta na internet por “doutrinar crianças”. “Até que ponto meninos e meninas podem ser incluídos em movimentos políticos e ideológicos?”, questionam as apresentadoras do programa Domingo Espetacular.

Segundo Rodrigues, as imagens são do Encontro Sem Terrinha, que o MST realizou em 2018 em Brasília com 1.200 crianças. “A Record fala em doutrinação de crianças, que o MST manipula e não cuida dos sem-terrinha. É tudo mentira! Você sabia que o encontro era sobre direito à educação e alimentação saudável? Pois é! São crianças que estão lutando por escolas e alimento sem veneno”, diz em seu Twitter.

“O MST cuida, junto das famílias sem-terra, de milhares de crianças que sofrem na pele o descaso do poder público em fazer reforma agrária e garantir uma vida digna no campo”, conclui.

encontro teve o tema “Sem Terrinha em Movimento: Brincar, Sorrir, Lutar por Reforma Agrária Popular!” e foram debatidos os direitos da criança e a questão da alimentação saudável. Os participantes se dividiam em diversas oficinas culturais e lúdicas. Através delas, parte das crianças, por exemplo, foi integrada à equipe de comunicação do encontro, tirando fotos, escrevendo textos e gravando vídeos.

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