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“Novos” tucanos gaúchos não vão as ruas defender o governo que elegeram. Por que?

Dia 26/05 a a curriola fascista esta chamando ato em apoio a Bolsonaro e “contra a corrupção”. Já era. Bolsonaro virou Bagaço e esta sendo cuspido fora por quem o elegeu. A tucanagem do velho PSDB esta com nova plumagem. Se auto denominam “NOVO”. No RS e no Brasil estiveram junto com o tal MBL e outros que tais mobilizando o povo contra a “corrupission”. Agora não falam mais nela. Por que não tinha nada a ver com ela. Tinha a ver com derrubar os Governos do PT e impedir o avanço nas melhorias das condições de vida da população mais pobre e dos trabalhadores. Com o Desemprego campeando solto, mesmo com a aprovação da Reforma Trabalhista ainda no golpista governo Temer, com o apoio dos “Novos” e velhos tucanos, agora querem impor mais uma derrota ao povo, aprovando a Reforma da Previdência e a entrega da Petrobras e do Patrimônio Nacional ao Capital financeiro.

Osterman e a claque do Novo e do MBL: Eram contra

Querem aprovar a Reforma da Previdência de qualquer jeito, com ou sem Bolsonaro, por isto já esta em andamento outro golpe. É a instituição de um parlamentarismo “informal”. Se Bolsonaro insistir com sua diatribe miliciana, vão derrubá-lo e colocam no seu lugar o Mourão. Se Bolsonaro se acalmar, ele fica na Presidência, mas quem manda no Executivo é o Guedes e Rodrigo Maia sera um “primeiro ministro”. Tudo isto pra continuar liquidando direitos do povo e entregando o patrimônio nacional aos banqueiros.

Reproduzo matéria de Gaucha/ZH:

Por que o Novo decidiu não participar das manifestações a favor de Bolsonaro no RS | GaúchaZH

Partido, que apoia a reforma da Previdência enviada pelo governo, não estará formalmente nos atos a favor do presidente no próximo fim de semana 

Kelly Matos

Presidente Jair Bolsonaro aguarda as manifestações pró-governo do dia 26 de maio e espera obter apoio das ruas para pressionar o Congresso

atos favoráveis ao governo do presidente Jair Bolsonaro, convocados para o próximo domingo (26), não contarão com apoio formal do partido Novo no Rio Grande do Sul. A coluna conversou com o deputado estadual Fábio Ostermann, nome importante da legenda no Estado, que se elegeu com a maior votação da sigla no parlamento gaúcho: 48.897 votos. — Apoiamos as reformas, mas não cremos que faz sentido misturar isso com apoio a um governo que não parece fazer muito esforço para se ajudar — explicou.De fato, as manifestações são encaradas como uma maneira de demonstrar que o governo segue com apoio das ruas e, neste sentido, pressionar o Congresso a acompanhar o Planalto em temas como a reforma da Previdência.De acordo com Ostermann, não haverá participação de mandatário ou dirigente do partido Novo no Estado. No máximo, segundo ele, pode ocorrer a participação de algum filiado, mas de forma  isolada.— Se houver, será uma ínfima minoria — afirmou.Ostermann, defensor de ideias liberais, chegou a integrar o PSL mas deixou a legenda quando da filiação de Jair Bolsonaro, em 2018 — o então deputado federal se filiou para concorrer à Presidência da República. Depois, Fábio chegou a declarar que essa “foi das decisões mais acertadas” que já tomou “na vida”.Em que pese a divergência, Ostermann segue defendendo a aprovação da reforma da Previdência no Congresso:— Defendo a reforma apesar do Bolsonaro, e não por causa dele. É uma pauta urgente e inadiável. Quanto mais empurrarmos com a barriga, maior será o déficit e pressão demográfica. Por consequência, mais dura terá que ser, com menos margem para regime de transição e respeito a direitos adquiridos — argumentou.

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