Do Desacato

Segundo o senador, a proposta aprovada na comissão especial da Câmara atinge a população mais pobre do país.
“O governo diz que vai economizar mais de R$ 1 trilhão com a reforma. R$ 800 bilhões será é nas costas do RGPS (Regime Geral de Previdência Pública), para quem ganha um, dois, três salários mínimos, BPC (Benefício de Prestação Continuada) e o abono salarial. Os grandões contribuirão com muito pouco. Mais uma vez os pobres é que irão pagar a conta. Que combate aos privilégios é esse?”, indagou o senador.
Paulo Paim diz que os trabalhadores já estão sofrendo muito com o lendo atendimento no INSS. “Dos 2,2 milhões pedidos para concessão de benefícios junto ao INSS, 1,4 milhão estão com análise em atraso. A situação tende a piorar, porque o governo anunciou que não fará concurso público para preencher as vagas no órgão nos próximos anos”, criticou.
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