Corona Virus/SAÚDE

Crime de responsabilidade contra a vida: Governo vai jogar fora mais de 6 milhões de testes para covid-19

Testagem em massa seria alternativa para abrir a economia de forma mais consistente. Mas o Governo Bolsonaro vai jogar fora testes de qualidade por vencimento de prazo. Isto é Crime contra a vida. Isto é crime de responsabilidade do Bolsonaro e do Pazuello.

A vergonhosa postura do Congresso Nacional, que já tem dezenas de pedidos de impedimento do Presidente, continuará depois de mais este crime que atenta contra a vida e até contra aqueles que querem abrir o mercado de qualquer forma? Sim. Por que testagem em massa da população poderia ser até uma alternativa mais barata para retomar a economia de forma mais segura. Se toda a população fosse testada e as pessoas contaminadas fossem postas em quarentena, todas as demais poderiam circular. Mas a política de Bolsonaro não tem nada a ver nem com uma coisa nem com outra. Como ele mesmo disse, ele veio pra destruir.

Leia a matéria de A TARDE sobre o vergonhoso desdém do governo sobre os Testes:

Governo pode jogar fora 6,8 milhões de testes de Covid-19

Testes RT-PCR, um dos exames mais eficazes para diagnosticar a covid-19, perderão a validade até janeiro de 2021

Um total de 6,86 milhões de testes RT-PCR, um dos exames mais eficazes para diagnosticar a covid-19, podem ser jogados fora pelo Ministério da Saúde. De acordo com reportagem do jornal Estado de S.Paulo, os testes, que estão estocados em um armazém em Guarulhos, perdem a validade entre dezembro e janeiro de 2021 e teriam que ser descartados. Esse número é maior do que o total de testes aplicados pelo SUS no país, que marcam pouco mais de 5 milhões de unidades.

Foram investidos R$ 764,5 milhões em testes e as unidades para vencer custaram R$ 290 milhões. Na rede privada, o exame mediante RT-PCR custa de R$ 290 a R$ 400. Os dados obtidos pelo Estadão, em documentos internos do ministério, indicam que 96% dos 7,15 milhões de testes que estão encalhados vencem até janeiro e o restante até março.

Ainda de acordo com o jornal, o ministério já pediu análise para prorrogara a validade dos produtos ao fabricante, algo visto com receio por especialistas. “Quando o kit passa do vencimento, as enzimas podem perder sua eficiência. Para um contexto de diagnóstico, pode acabar levando a variações no resultado final. Vejo com muita preocupação a possibilidade de estender os kits para além do prazo de validade ”, afirmou Mellanie Fontes-Dutra, pós-doutoranda em Bioquímica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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