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Diante da omissão de Bolsonaro, Frente de Municípios do RS formaliza termo para compra de Vacinas contra COVID-19

Prefeitos gaúchos articulados pela FAMURS criam Frente pela Vacina e assim sinalizam a compra. Diante do avanço da pandemia e das mortes, os Prefeitos estão chamando para si responsabilidade que é do Governo Federal. A omissão de Bolsonaro e seus capangas esta espalhando a morte pelo Brasil. O Brasil era referência em Vacinações em massa por que o Sistema de Vacinas do SUS sempre funcionou para o bem do povo, sob a coordenação nacional do Ministério da Saúde e da Presidência da República. EM 2009 a Pandemia do H1N1 que matou milhares mundo a fora, aqui no Brasil passou quase desapercebido por que 90 milhões de pessoas foram vacinadas em 3 meses e poucos brasileiros morreram. Mas Bolsonaro e seus ministros são mensageiros da destruição e da morte. Por isto não foram atrás das vacinas, como todos os outros países fizeram. E nem estão indo agora. Jogam a responsabilidade sobre Governadores e Prefeitos, que desesperados diante da mortandade, saem como loucos a compra de vacinas que agora pouco há para comprar. Com isto sinalizam para um possível desmonte de toda a Estrutura do SUS que tão bem funcionava a nível nacional, e que agora é despedaçada diante da necessidade premente de resguardar a vida dos cidadãos na medida do possível.

Alentadora a posição dos Prefeitos. Mas seria também muito bom que dissessem aos seus munícipes que um criminoso comanda a nação e que este criminoso é responsável por boa parte das quase 300 mil mortes que temos até agora e que tende a aumentar ainda mais.

Segue matéria do Jornal do Comércio sobre o tema:

Municípios formalizam termo para aquisição conjunta de vacinas contra a Covid-19

Acordo foi assinado por presidentes da Granpal, Famurs e Agconp nesta segunda-feira

Acordo foi assinado por presidentes da Granpal, Famurs e Agconp nesta segunda-feira

Em uma demonstração de união de esforços em busca da ampliação da imunização da população gaúcha contra a Covid-19, prefeitos e representantes do Consórcio da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e da Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (Agconp) assinaram na tarde desta segunda-feira (15) o termo de ajuste operacional para a aquisição de vacinas. O documento contou com adesão de cerca de 450 prefeituras, e busca agilizar a compra dos imunizantes, em complementação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A formalização consolida uma série de ações que vem sendo implementadas pelas entidades em busca de vacinação maciça de suas comunidades, como reuniões com laboratórios que produzem os imunizantes. Na mais recente delas, na quinta-feira (11), foi confirmada a compra de 3 milhões de doses da Conavac, produzida pelo Instituto Butantan, que deverão ser entregues em setembro. O ato, que também marcou a oficialização da Frente dos Municípios do RS pela Vacina, foi realizado por meio de solenidade híbrida, na qual estiveram presencialmente os presidentes das três entidades conveniadas e o deputado estadual Pepe Vargas (PT), representando o Parlamento. A solenidade foi acompanhada virtualmente por gestores municipais e representantes de prefeituras e associações. Ao abrir o evento, o presidente da Granpal, Rodrigo Battistella, prefeito de Nova Santa Rita, destacou as dificuldades que os Executivos municipais vêm enfrentando para garantir o atendimento à saúde e saudou a unidade do grupo. “Sabemos que a solução para salvar a vida das pessoas é a compra de vacinas. Portanto, hoje celebramos esse importante momento, que é a grande união da Granpal, da Famurs e da Agconp, com apoio da Assembleia Legislativa”, disse. Batistella, que tem sido crítico à morosidade do governo federal em ampliar a vacinação no País, reforçou que o objetivo do convênio não é confrontar o PNI, mas complementar e acelerar o processo de imunização. Em nome da Agconp, o presidente Cassio Nunes reforçou que os municípios passaram do estágio de investir em prevenção à Covid-19 para buscar a ampliação da imunização. “O Rio Grande do Sul dá amostras de que, independente de partidos e instituições, estamos todos juntos para defender as nossas comunidades. E são nas prefeituras que batem para resolver a questão”, afirmou. Representando o Legislativo gaúcho, o deputado Pepe Vargas resgatou as ações desencadeadas pelo Parlamento para ajudar a agilizar os processos de aquisição de vacinas, e ressaltou que todos trabalham com o mesmo objetivo, diante da pandemia.”O ideal seria um Plano Nacional de Imunização em toda a sua plenitude, mas não é o que estamos vendo. Por isso, importantes os esforços e reuniões com fornecedores de vacinas para ampliarmos a oferta. Nosso objetivo é o mesmo, vabilizar que o imunizante esteja disponível e com diversos tipos de vacina”, destacou. O presidente da Famurs enfatizou ainda a importante representatividade das prefeituras que se somam ao acordo, e ressaltou que espera alcançar a adesão de todos os 497 municípios. “O sentido principal é viabilizar a negociação mais rápida e eficaz com os laboratórios, e a união das entidades no mesmo pedido. É importante que a população entenda que estamos colocando todos os esforços possíveis para acelerar esse processo”, afirmou. Na quarta-feira (17), as entidades buscam avançar também nas negociações com a União Química, empresa que fabrica no Brasil a vacina russa Sputnik, e já confirmaram reunião com os executivos da farmacêutica.

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