política/Rio Grande do Sul

Roberto Jeferson, a Cassação do Deputado Lara e os pássaros “Vira Bosta” que povoam os campos do RS

Roberto Jeferson, a Cassação do Deputado Lara pelo TSE e os pássaros Vira Bosta que continuam pondo ovos em ninhos alheios

Fato é, que Roberto Jeferson, um politico sabidamente mafioso, exala ódio contra seus adversários e também contra seus próprios aliados e até mesmo contra os Ministros do STF, como é possível ler no artigo Roberto Jefferson volta a atacar ministros do STF: “Colocar para fora na bala”.

O fato é que a poucos dias Roberto Jeferson se chocou com Lara, Presidente do PTB gaúcho, o que foi amplamente divulgado pela mídia.

Longe de mim achar que Divaldo Lara e o próprio Luiz Augusto Lara não tenham incorrido no que são acusados na ação. Logo, se provas há de que cometeram o crime, que haja a condenação. Mas há tantas ações similares que demoram mais a andar nas Cortes do país…

Ao que parece, parte da elite tupiniquim e guasca resolveu cuspir fora alguns de seus fiéis peões, por que estão a substituí-los por outros, mais comprometidos com o bolsonarismo guasca, vergonhosamente expresso na fala do Presidente da FIERGS, Gilberto Petry, a Folha de São Paulo: “Os empresários sempre vão ser a favor de um presidente que entrou para (…) acabar com aquilo que havia antes”. É que este, o Deputado Luiz Augusto Lara, flertou “com o que havia antes¨. Ele havia sido Secretário do Trabalho no Governo de Tarso Genro do PT, mas nunca deixou o agora bolsonarista PTB de Roberto Jeferson e do Irmão, Divaldo Lara, aquele sujeito que disse que os petistas tinham que apanhar de relho. A família que flertava com todos os lados da política, já não serve mais. O Bolsonarismo precisa abrir espaço pra novos canalhas que não flertem com a turma que eles julgam do outro lado do muro. Dos Lara, o Roberto Jefereson acha que o que serve é o Divaldo, já afastado do cargo de prefeito e acusado de corrupção em vários processos que não teve no entanto seu mandato cassado(ainda), embora envolvido também neste crime de abuso econômico e político. Nunca esquecendo que o Vice Governador do Estado é ou foi o flerte do mesmo PTB com a banda neo liberal. O PTB é como o Chupim ou Vira bosta, que coloca ovos nos ninhos dos outros pra serem chocados.

Segue Artigo do Correio do Povo, dando conta da cassação do Deputado Lara

Ministro Alexandre de Moraes confirmou decisão contra parlamentar do PTB por abuso de poder político e econômico

| Foto: Alina Souza / Especial Palácio Piratini / Divulgação CPabout:blank

O ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a cassação de mandato do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Luis Augusto Lara (PTB). Ele negou recurso do deputado estadual à decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS) em processo por abuso do poder político e econômico nas últimas eleições. O prefeito afastado de Bagé Divaldo Lara (PTB), irmão do ex-presidente da Assembleia, recebeu a mesma sentença, que ainda incluiu multa. Ainda cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao confirmar a decisão, Moraes citou “diálogos transcritos que evidenciam o controle por parte da Administração local dos servidores que estariam atuantes na campanha. Além disso, constam dos autos inúmeras publicações em rede social desses servidores, em período diurno, em plena atuação eleitoral”.

“Ainda, mais contundentes são as provas de doações, mediante a coerção de servidores para
pagamento do ‘Jantar da Vitória’, com o adiantamento do 13º salário para custeio. As conversas degravadas demonstram agentes públicos sendo coagidos ao comparecimento e venda dos ingressos. Situação grave que se comprova, inclusive, com a participação de Divaldo Vieira Lara na antecipação do benefício”, destacou o ministro.

Decisão no TRE-RS

Luis Augusto e Divaldo Lara foram acusados, logo após as eleições, de terem praticado abuso de poder econômico, político e dos meios de comunicação na campanha que conduziu Lara ao sexto mandato consecutivo de deputado estadual. Foram apreciados dois processos, um de autoria do Ministério Público Eleitoral e outro movido pelo PSol, que poderia obter a vaga de Lara na Assembleia, caso os votos do deputado fossem anulados, o que provocaria alteração no coeficiente eleitoral, mudando a colocação dos concorrentes.

As acusações foram estabelecidas sobre medidas adotadas por Divaldo com relação à Administração municipal de Bagé. Segundo o MP, Divaldo enquanto prefeito teria instituído turno único na Prefeitura, das 8h às 14h, para que os servidores atuassem na campanha nas horas livres após o trabalho. Além disso, a campanha teria sido favorecida pela utilização de veículo pertencente ao município e pela suposta elevação dos gastos com publicidade em um jornal da região. Contudo, o ponto mais destacado nos votos que consideraram procedente a acusação de abuso foi a antecipação do 13º salário aos servidores no mesmo dia em que aconteceu um jantar para arrecadação de fundos à campanha.

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