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Vergonha! Ao invés de vacina Já e para todos, Vereadores aprovam a lei “Mais Cloroquina” em Porto Alegre

Vereadores de Porto Alegre aprovam projeto para driblar decisão judicial e permitir distribuição gratuita do “kit covid”

Estudos comprovam que a Cloroquina esta associada a muitas mortes por COVID-19 que poderiam ser evitadas, não fosse a ingestão de remédios não indicados. Já há inclusive mortes constatadas no Rio Grande do Sul.

O que resolve é a VACINA.

Mas não consta que os mesmos vereadores estejam se empenhando para exigir que o Governo Federal adquira e entregue as vacinas necessárias para vacinar a população de Porto Alegre.

E nem Sebastião Melo, Prefeito Bolsonarista de Porto Alegre, esta muito preocupado com as vacinas. Enquanto outras cidade já faziam movimentos para pressionar o Governo Federal a comprar as Vacinas negadas por Bolsonaro, O Prefeito de Porto Alegre mandou comprar milhões de reais em “KITs COVID”, sempre seguindo a orientação do seu mandatário maior ma a Justiça proibiu a distribuição .Melo vai ter que explicar ao Tribunal por que gastou com milhares KIT COVID-19 sem eficácia contra a doença.

Aí a Vereadora “Comandante Nádia” e mais três asseclas bolsonaristas mandaram a tropa de choque de Bolsonaro na Câmara aprovar uma Lei para limpar a cara do Prefeito.

Limpar não vão limpar. Mas fizeram um monte de Vereadores loucos pelos votos bolsonaristas se sujarem junto com o Prefeito.

Ah. Aprovaram sim. Mas contra todas as Recomendações das mais importantes organizações de Saúde do Mundo e pior ainda, ao arrepio do Judiciário, que proibiu a distribuição do Kit engana trouxa, ainda mais com dinheiro público.

Segue Matéria de GZH que mostra bem que estes vereadores são parceiros do crime, por não defenderem Vacina Já para todos e por tentarem iludir o povo com a distribuição de remédios que não servem pra tratar de pessoas infectadas pelo Virus.

Oferta das substâncias para o tratamento da doença nos postos de saúde está proibida pela Justiça desde fevereiro

Nádia Gerhard, Alexandre Bobadra, Ramiro Rosário e Fernanda Barth (sem máscara) assinam o projeto, ao lado de Mauro Pinheiro

Por 23 votos a 10, a  Câmara de Porto Alegre aprovou nesta segunda-feira (10) um projeto de lei protocolado por cinco vereadores que tenta driblar uma decisão judicial em vigor e liberar a distribuição gratuita dos medicamentos do chamado “kit covid” nos postos de saúde. Na prática, significa dar aval legal à prescrição de medicamentos sem eficácia comprovada ou mesmo de ineficácia constatada em pesquisas científicas.

Caberá ao prefeito Sebastião Melo a decisão de sancionar ou vetar o projeto, que tem apoio maciço dos seus aliados na Câmara.

Votaram contra apenas os vereadores da oposição (PT, PSOL e PCdoB) e Mauro Zacher (PDT), que é independente.

Logo depois de assumir, Melo anunciou a distribuição gratuita do chamado kit covid, que inclui hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina e outras drogas, o que está proibido desde 11 de fevereiro por decisão judicial, da qual a prefeitura não recorreu.

A “esperteza” dos autores está na construção do texto: o projeto e a emenda aprovada não fazem menção explícita ao kit covid ou às substâncias que o integram, e sim a “medicamentos ou suplementos para o tratamento dos pacientes com sintomas da COVID-19, contanto que esses possuam prescrição médica e formalizem por escrito a sua concordância com a opção terapêutica prescrita”.

Entretanto, em pronunciamentos nesta segunda e na quarta-feira passada, quando a discussão começou, os defensores da iniciativa citaram diversas vezes as drogas que compõem o kit. Além disso, reclamaram dos vereadores do PSOL que entraram na Justiça para proibir a entrega dos medicamentos.Uma das autoras do projeto, a vice-líder do governo, Nádia Gerhard (DEM), defendeu a iniciativa na tribuna: — Este é um projeto da vida.

Não queremos mais os nossos porto-alegrenses indo com sintomas nos postos de saúde e recebendo como prescrição um ibuprofeno e uma dose de “boa sorte”. Queremos que sejam tratados desde o primeiro sintoma —  discursou Nádia.

Coautor da proposta, o vereador Ramiro Rosário (PSDB) disse à coluna que não defende o uso de qualquer medicamento contra o vírus, mas a “autonomia da relação médico-paciente”.

No entanto, reconheceu que a expectativa é que as substâncias do “kit covid” voltem a ser oferecidas na rede pública após a sanção da lei. Ramiro também cogitou que a legislação possa embasar um novo recurso para reverter a decisão judicial em vigor:— Poderão as partes interessadas buscar a aplicação da lei através de um novo recurso (judicial), e talvez esse seja um caminho a ser adotado. 

Além de Nádia e Ramiro, assinam o texto os vereadores Fernanda Barth (PRTB), Mauro Pinheiro (PL) e Alexandre Bobadra (PSL). 

Médicos que trabalham em UTIs relatam que são incontáveis os casos de pacientes que tomaram medicamentos defendidos pelos vereadores, tiveram a situação agravada e precisaram de tratamento convencional com oxigênio de alto fluxo, corticoides e anticoagulantes. Está comprovado que o uso dessas substâncias não foi capaz de evitar a morte de pacientes que desenvolveram a forma grave da doença.Como mais de 85% das pessoas que se contaminam com o coronavírus são assintomáticas ou têm a forma leve da covid-19, poderiam se curar sem tomar nada ou apenas com analgésicos, mas quem toma esses medicamentos do chamado “tratamento precoce” tem a ilusão de que se curou com eles.

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