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Em Comunicado, Zuckerberg se une a Trump “contra governos estrangeiros”, e cita América Latina

Zuckerberg se une a Trump “contra governos estrangeiros que vão atrás de empresas americanas para censurar mais“, como disse textualmente em Comunicado no Instagram .

Ele ainda citou nominalmente a América Latina como uma área de preocupação para a democracia. “Países da América Latina têm “tribunais secretos” que podem ordenar que empresas silenciosamente derrubem algumas coisas“, afirma o Zuckerberg.

Assustadora unidade entre os Bilionários donos das Bightechs e Redes Sociais em torno de Trump sinaliza que a Guerra Mundial iniciada lá em 2011 com as “revoluções coloridas” que destruíram a institucionalidade de nações inteiras do mundo árabe e que depois seguiram em outros países, inclusive no Brasil em 2013, que culminou com o Golpe de 2016, chega a um outro patamar.

Leia a seguir, matéria publicada na TECMUNDO , que diz o que a maioria das outras mídias não disse sobre o comunicado de Zuckerberg. Não é sobre “censura” que estamos falando. É sobre Guerra contra a Democracia e contra a Soberania Nacional. Leia:

A Meta decidiu reformular sua equipe de política global, que agora será chefiada por Joel Kaplan, apontado como o “republicano mais proeminente da empresa”, como relatou o site Semafor. Ele vai substituir o antigo líder do setor, Nick Clegg, que está de saída.

América Latina tem ‘tribunais secretos’ que censuram redes, diz Zuckerberg

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou nesta terça-feira (7) novas políticas de moderação de conteúdo para as redes sociais da empresa. Entre outras mudanças, Instagram, Facebook e Threads não terão mais parcerias com instituições de checagens de fatos ou ferramentas próprias que agem contra conteúdos falsos.

No comunicado postado no perfil de Zuckerberg no Instagram, ele ainda citou nominalmente a região da América Latina como uma área de preocupação para a democracia. “Países da América Latina têm “tribunais secretos” que podem ordenar que empresas silenciosamente derrubem algumas coisas“, afirma o exeuctivo.

Sem detalhar a acusação, ele cita que os Estados Unidos “têm as proteções constitucionais mais fortes para liberdade de expressão no mundo” e que a Europa tem aprovado “um número cada vez maior de leis que instituem censura” e que “dificultam a construção de qualquer coisa inovadora por lá”.

Antes criticado por Donald Trump durante a primeira gestão do presidente, o executivo agora afirma que vai trabalhar ao lado do político “contra governos estrangeiros que vão atrás de empresas americanas para censurar mais“.

As novidades em moderação da Meta

No lugar da checagem de fatos e de “reduzir drasticamente a censura” nas plataformas, a Meta vai se inspirar em uma ferramenta do X, o antigo Twitter. São as Notas da Comunidade, em que os próprios usuários complementam publicações com novas informações ou para denunciar eventuais mentiras.

De acordo com Zuckerberg, a ideia é “voltar às raízes da liberdade de expressão” para “simplificar” a classificação de conteúdos e focar na redução de erros na moderação, porque “governos e mídia tradicional têm pressionado para censurar mais e mais“.

Além disso, as redes agora terão políticas de conteúdo “simplificadas” e sem restrições radicais contra tópicos chamados de controversos, como gênero e imigração. Sistemas automatizados até seguirão existindo nos três serviços, mas agora totalmente voltados para o combate a temas considerados mais graves, como abuso sexual infantil, terrorismo e cibercrimes.

As Notas da Comunidade serão implementadas primeiro nos Estados Unidos, ainda sem previsão para lançamento nas plataformas, e mais tarde expandidas para mais mercados.

Zuckerberg confirmou ainda que voltará a trazer conteúdos políticos como publicações recomendadas nas redes, voltando atrás de uma alteração oficializada no ano passado.

Além disso, ele vai migrar as equipes de segurança e moderação da Califórnia para o Texas, que é um estado considerado ideologicamente mais conservador, para “evitar o viés” e “promover liberdade de expressão” entre os conteúdos.

“Vai demorar um tempo até acertar isto e estes são sistemas complexos, então eles nunca serão perfeitos. Mas este é um importante passo adiante e estou ansioso por este próximo capítulo”, finalizou o bilionário.


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Um pensamento sobre “Em Comunicado, Zuckerberg se une a Trump “contra governos estrangeiros”, e cita América Latina

  1. BRANQUELENTOS DO HEMISFÉRIO NORTE, SEMPRE ‘JUNTOS E MISTURADOS’, PARA A MANUTENÇÃO DO STATUS QUO DE DOMINÂNCIA SOBRE OS OUTROS POVOS DO MUNDO, SOBRE AS OUTRAS ETNIAS HUMANAS.
    BRANQUELENTOS SEMPRE REPUGNANTES E ODIOSOS, NOJENTOS FILHOS-DE-CU, CAGADOS E NÃO PARIDOS, A DERRAMAR O ESCREMENTO FOSSAL NO QUAL SÃO HÁBEIS EM NADAR FE BRAÇADAS, COM O APOIO DE ALGUNS SUBJUGADOS QUE SONHAM SER TAMBÉM ALGOZES OU CAPITÃES-DO-MATO.

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