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POR QUE SOU A FAVOR DA CPMF

Este artigo, que atualizo agora em 2015, diz por que eu, hoje um feliz membro da tal Classe Média, era e sou a favor da CPMF. E a atualização é só este parágrafo introdutório, por que de resto ainda vale o artigo daquela época, que segue. Também não gosto muito de “impostos”. Por isto mesmo peço que todos leiam o que escrevo abaixo:

Prefeitos e Governadores estão pedindo a volta da CPMF. CPMF era uma contribuição destinada especificamente ao custeio da saúde pública, da previdência social e do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. O gráfico anexo mostra que a aplicação dos recursos foi feita para os fins a que se destinava. Ela vigorou até 2007. Em 2007 o Presidente Lula, com o apoio da bancada do governo propôs reduzir o percentual de 0,38% (é bem menos de 1%) para 0,1%. ou seja, de cada R$ 100,00, 1 centavo seria o valor da CPMF. No entanto, aqueles que haviam criado o IPMF em 1993 enchendo as burras do governo, sem aplicar um centavo sequer na saúde, foram contra o projeto, sendo este então extinto em 2007. Entendo que deve haver uma reforma tributária no país. Entendo também que o Imposto de Renda deve ter suas tabelas reajustadas para que incidam menos sobre quem ganha menos e mais sobre quem ganha mais. Mas o IR é um tributo que os ricos sonegam descaradamente, já que no geral são eles que declaram e pagam sobre o que declaram. Já para nós, classe média, o IR vem descontado no contracheque. Não há como sonegar. Então, o IR é um Imposto sonegado pelos ricos e pago pela Classe média. Já a CPMF, esta é um percentual bem pequeno, 1 centavo para cada R$ 100,00, mas todos pagam. Quem movimenta mais paga mais e quem movimenta menos paga menos. E o dinheiro é utilizado só para a finalidade a qual foi destinado, ou seja, Saúde, Previdência Social e Combate a pobreza, como ocorreu durante a sua existência, conforme mostra o gráfico. Para reavivar a memória, reproduzo abaixo a história do Antigo IPMF e da posterior CPMF, copiada da Wikipédia. Pela história, pelo que representou pra saúde e principalmente pelo que representa como imposto mais justo e forma de controle e fiscalização sobre o dinheiro que circula nos Bancos, sou a favor da recriação da CPMF sim. Quero pagar 1 centavo sobre cada R$ 100,00 que ganho para melhorar a saúde e acabar de vez com a pobreza, que já reduziu mas ainda não acabou no Brasil. Prefiro dar estes poucos centavos para o fim a que se destinava a CPMF, do que dar esmola na rua, que só gera dependência e conformidade de quem a recebe, fazendo perpetuar a pobreza.

Luiz Müller

História

Original Wikipédia, clica aqui

A Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF) substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), criado em 13 de julho de 1993 e que vigorou de 1º de janeiro de 1994 até 31 de dezembro de 1994. O IPMF tinha uma alíquota de 0,25%, que incidia sobre o débitos lançados sobre as contas mantidas pelas instituições financeiras.

A CPMF passou a vigorar em 23 de janeiro de 1997, baseado na edição da Lei nº 9.311, de 24 de outubro de 1996. A contribuição foi extinta em 23 de janeiro de 1999, tendo sido substituída pela IOF até o restabelecimento em 17 de junho de 1999. A alíquota, que era originalmente de 0,25%, foi elevada na época de seu restabelecimento para 0,38% e posteriormente abaixada para 0,30% em 17 de junho de 2000 e novamente para 0,38% em 19 de março de 2001. A proposta de prorrogação da contribuição foi rejeitada pelo senado em dezembro de 2007.[1]

Diferente da IPMF, a CPMF era uma contribuição destinada especificamente ao custeio da saúde pública, da previdência social e do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. No começo, o artigo 18 da Lei nº 9.311 de outubro de 1996, estipulava que a totalidade da arrecadação seria destinada exclusivamente ao Fundo Nacional de Saúde. A partir de 1999, com a Emenda constitucional 21, a CPMF passou a destinar parte de seus recursos a previdência social e a erradicação da pobreza. No seu fim a previdência social e a erradicação da pobreza recebiam aproximadamente 26% e 21% da arrecadação, respectivamente. O gráfico ao lado mostra a evolução do destino da CPMF por setor.

Fim

Na madrugada do dia 13 de dezembro de 2007, o Senado rejeitou a proposta de prorrogação da CPMF até 2011, por 45 votos a favor do tributo e 34 contra (não houve abstenções). O Senado também rejeitou todas as ofertas do governo de modificações da CPMF. Entre elas houve propostas para reduzir a alíquota, o período e o destino do tributo. A última proposta do Planalto Central era de renovar a CPMF com uma alíquota de 0,25% somente até 2010 com destino integral à saúde pública.

Para passar, a proposta precisaria ser aprovada, em dois turnos, com ao menos 49 votos favoráveis em cada um. A vigência da CPMF termina no dia 31 de Dezembro de 2007.[4] A lista desta última votação indica que a rejeição se deu em razão de defecções na base de apoio ao governo (2 membros do partido PMDB), que tinha apenas em teoria os votos suficientes para aprovar a emenda. Os senadores oposicionistas (membros dos partidos DEM e PSDB) votaram de modo unânime pela rejeição da matéria.

Nova tentativa de recriação

No dia 28 de maio de 2008 o bloco governista fechou uma proposta de recriar o tributo sob o nome de Contribuição Social para a Saúde (CSS), através do substitutivo feito pelo deputado federal Pepe Vargas (PT-RS) ao Projeto de Lei Complementar nº 360/2008 [2] de autoria do senador Tião Viana (PTAC). Diferente da CPMF, que era cobrada indistintamente, seria isento da cobrança da CSS quem receber um salário de até R$ 3.038,00. A alíquota seria de 0,1% sobre o movimento financeiro e começaria a ser cobrada a partir de janeiro de 2009.[3] Em 11 de junho de 2008, a Câmara dos Deputados aprovou a PLC por 259 votos a favor, 159 contra e 2 abstenções, o que signficou que a proposta foi aprovada com apenas 2 votos a mais que o necessário (257) – uma margem muito apertada.[4] O projeto será encaminhado ao Senado para ser analisado por 3 comissões e submetido para votação.

 

40 pensamentos sobre “POR QUE SOU A FAVOR DA CPMF

  1. Pingback: Tweets that mention POR QUE SOU A FAVOR DA CPMF « Luizmuller's Blog -- Topsy.com

  2. Bela história pra boi dormir. Porque não melhorar os gastos públicos. Gastar menos com o custo do Estado. A solução mais simples é sempre criar um novo imposto ou ressuscitar outro. Se o PT fosse oposição hoje, certamente seria contra a volta deste imposto.

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    • Caro João
      Como disse no texto, sou a favor da Reforma Tributária. Quem é contra são os ricos. São os ricos que ganham milhões, declaram meia dúzia de reais, sonegam descaradamente. A nós, classe média, o IR vem descontado no COntracheque. Hoje, no caso dos demias impostos, quanto mais pobre, mais imposto se paga, principalmente indiretamente. Está errado. Por isto o governo Lula propôs reforma tributária, mas a oposição Demotucana foi contra. E continua contra. E são também contra a CPMF, por que aí todos pagam. Ou tu acha que os milhões que os ricos não declaram no IR só vão e saem debaixo do colchão deles? Esta grana passa pelas contas bancárias deles. E é esta grana que o Demotucanato esta tentando manter escondida quando se posiciona contra. A CPMF, além de ser uma forma concreta de colocar mais grana pra Seguridade Social e Saúde, é uma forma de controle social sobre a grana dos que mais ganham, por isto eles são contra.

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    • Prezado Luiz

      Certamente o amigo saberá que a “Elite” vai descarregar o imposto em cima de nós ( consumidores ) .

      Temos sim é que melhorar a transparência no uso dos recursos públicos .

      Tenho uma idéia muito simples para melhorar a sáude no Brasil :

      Vamos criar uma lei que obriga a todo funcionário publico ( presidente,ministros,politicos ) a utilizarem a rede pública para tratamento de sua saúde .

      Te garanto índio velho que a saúde melhorava no ato !

      Abraços

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      • Eu quero debater a Reforma Tributária. Quero que empresas que contratam mais trabalhadores possam pagar menos impostos e os que contratam menos, como os Bancos por exemplo, paguem mais impostos. Aí falo de impostos mesmo, e não da redução de encargos sociais que são direitos do trabalhador. Acho que o IR tem que ser corrigido anualmente e que os que ganhem menos sejam de fato aqueles que paguem menos. Mas eu quero pagar um imposto que é igual para todos. A CPMF é assim: é 0,1% sobre a movimentação financeira na conta bancária. Pra cada R$ 100,00 são 10 centavos. E vão para a saúde, seguridade social e combate a pobreza. Não tem como repassar, pois ele é individual, como o IRPF. Por isto defendo a CPMF. O país precisa e pode melhorar mais.

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      • Caro Valmir,

        Bem se vê que vc não tem boa noção do que seja um funcionário público! Nem mesmo sobre o que seja democracia. O Senador Cristóvam Buarque causou notícia com uma proposta estapafúrdia de obrigar os filhos de políticos a estudarem em escolas públicas, como forma de aumentarem os investimentos em educação pública. É claro que ele só propôs isso para chamar atenção para o assunto (ou para ele), pois é flagrantemente inconstitucional, não passa nem na comissão de Constituição e Justiça do Senado. Quanto a CPMF, eu concordo 100% com o Luiz. O povo só é contra a CPMF porque a imprensa faz campanha ferrenha contra todos os tributos e principalmente contra a CPMF. É uma situação escandalosa. Você nunca se perguntou: por que ser contra um imposto tão justo (alíquota única e sobre a movimentação financeira – quem movimenta mais, paga mais) e de alíquota tão pequena. Chegou-se a cogitar aliquota de 0,1%. Caso seu gerente de banco resolvesse apropriar-se de 0,1% do saldo de cada cliente todos os meses, ninguém descobriria antes dele ficar rico. Você nem perceberia! Aliás, vc posde afirmar com certeza se isso já não foi feito? Então!? Por que ser contra? Muito simples: a forma com que o imposto é cobrado!! O desconto automático e direto da conta corrente, torna a sonegação quase impossível e … mais importante de tudo: PERMITE O RASTREAMENTO DAS TRANSFERÊNCIAS DE DINHEIRO. è isso que incomoda os grandes empresários. Eles até aceitam pagar mais impostos, mas que não seja cobrado dessa forma.

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  3. Pingback: Twitted by luizmuller

  4. Se fosse rico eu também não teria escolha senão sonegar o máximo possível de impostos. O estado brasileiro arrecada em demasia e é péssimo na prestação de serviços à população. Todos sabem que aumentar impostos aquí significa apenas e tão somente que a máquina pública ineficiente será engordada e que serão criadas mais esmolas eleitoreiras e novas formas de corrupção, como tem acontecido nas últimas décadas… Cadê a saúde, a educação, a justiça, a segurança, o transporte e todos os demais ítens pelos quais pagamos o preço mais caro do mundo? Novos governantes, nem pensem em aumentar impostos… Tenham certeza: nós (o povo de todas as classes) não vamos permitir…

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    • Caro Joel

      Os números são claros no texto. Os recursos da CPMF foram aplicados para sua finalidade, por que a lei obrigava tal fim, ou seja, Saúde, Seguridade Social e Combate a Pobreza. Por que tu achas que diminuiu a pobreza no Brasil?? Ao diminuir a pobreza, diminuem tambem os problemas de saúde, por que a vida melhora. Nos anos do Governo Lula, milhões saíram da Pobreza, milhões entraram para a Classe Média…Este pessoal todo comprando, requer que haja mais produção, para haver mais produção há mais empregos…é assim que a economia anda e no Brasil ela está andando…e bem. Mas ainda precisa melhorar. E não vai melhorar, se todos como tu, ao ficarem ricos, comecem a sonegar, como dizes no teu texto, por que aí todo o desenvolvimento que começamos a ter nos ultimos anos caminharia para trás. Eu não quero caminhar para trás. Por isto, ao invés de dar esmola na rua, prefiro dar 1 centavo por cada 100 reais que eu ganho para a CPMF, que tenho certeza, foi bem aplicada no seu fim e voltará a ser, para melhorar mais as condições de quem mais precisa.

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    • Joel

      Você repete a falácia que o Brasil cobra muito tributo. É mentira! A carga tributária do Brasil está na média das grandes democracias do mundo. Atualmente estamos com 37% do PIB. Na Europa, a média é 43%. Sem tributos o Estado não existe. Pouca arrecadação resulta em “Estado Mínimo”. Os problemas são os devios (corrupção) e, principalmente a sonegação. E não é só empresário rico que sonega. Também sonega imposto quem vende sem nota fiscal, quem não assina a carteira dos funcionários, quem pede uma nota fiscal para o amigo médico, quem trabalha na informalidade, entre outras coisas.

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  5. Salve, Müller. Sou a favor da CPMF, pois assim fica mais difícil esconder dinheiro mal havido e sonegar, usando os bancos.

    Um reparo: 0,1% de R$100,00 é 10 centavos.

    Eu pagava 38 centavos a cada R$ 100,00 e não fazia drama. Ao contrário, ficava contente ao saber que contribuia efetivamente e comprovadamente para as melhorias de que precisamos. Além disso essa contribuição constante e discriminada no extrato bancário incentiva o cidadão à permanente cobrança e acompanhamento dos resultados, o que é muito saudável, republicano e democrático.

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    • Jean
      Me enganei no valor. Mas de qualquer forma, valor é irrisório e muito menor do que a soma das moedas que a gente acaba pasando pros pedintes na rua. E o pessoalq ganha muito, é por isto mesmo: eles sonegam IR e com a CPMF esta sonegação aparece.

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  6. Com a CPMF a saúde pública era a mesma porcaria que agora! Não é por aí que vai melhorar. O Governo precisa criar um plano para formar agentes de saúde, pessoas do bairro com condições de aprender técnicas de higiene e saúde,futuramente medicina. Creio que os Médicos, na maioria oriundos da nossa elite social, desprezam completamente a medicina preventiva, por motivos óbvios $$$$$$$.

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  7. Meu caro,

    Dizer que o Lula não fez reforma tributária porque a oposição foi contra não é verdade. O governo Lula sempre teve maioria em qualquer casa e todo brasileiro sabe que ele poderia passar qualquer projeto. Portanto sejamos claros. Não fez a reforma porque NÃO QUIS. Quando a CPMF acabou, o governo Lula aumentou o IOF (talvez não esteja se lembrando disso) de forma que o governo não deixou de arrecadar 1 centavo sequer. Pelo contrário, o que estamos observando é um aumento exponencial na arrecadação, o que poderia muito bem destinar um maior valor à saúde. Portanto, a criação da CPMF a meu sentir é só mais uma forma de instituir um imposto em nossas costas, sem qualquer motivo aparente, mas dizendo que é pra saúde pra despertar o coração dos mais incautos. O valor que pagamos de impostos hoje já passa do absurdo e seja ele muito ou pouco, devemos nos postar contra e a favor de uma melhor administração do dinheiro.

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    • Quero te eizer que a CPMF nos permite discutir justamente o que queres.Precisamos ter uma reforma tributária urgente. E Esta reforma tributária precisa dar conta da redução de tributos para quem contarta mais e tributar mais quem contrata menos. Hoje quem ganha dinheiro são os bancos, que demitiram substituem seus funcionarios por máquinas. Resultado: olucro aumentou, quando na verdxade estes ganhos deveriam ir para o conjunto da sociedade e em especial aos trabalhadores

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    • O Link do texto original esta no início do texto que histórico sobre a CPMF. É só clicar. Tu vais achar o roiginal na Wikipédia com as fontes.

      Abraço

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  8. Luiz, apresento algumas considerações, para contribuir com o debate:

    Embora o viés “extrafiscal” da CPMF (o de, em tese, dificultar a sonegação) seja interessante, e por mais que os recursos arrecadados sejam eventualmente aplicados mesmo na saúde, ela, a CPMF, é tributo de caráter regressivo: onera de forma mais relevante, em termos proporcionais, os estratos sociais mais humildes. Além disso, diversos economistas alegam que ela incide “em cascata” em toda a cadeia produtiva. Assim, o consumidor final (que arca com as conseqüências) seria prejudicado pelo encarecimento dos produtos em proporção bem superior à porcentagem do tributo.

    Grande abraço, e parabéns pelo excelente blog!

    Reinaldo

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    • Caro Reinaldo

      A regressividade acontece quando permitida. A Lei aprovada em 2008 na Câmara e arquivada no Senado, proíbe o repasse aos produtos. Mas mesmo assim, sou defensor da reforma tributária para desonerar serviços e produtos dirigidos a classe média e as camadas mais pobres, desde que produzidos ou prestados por empresas que gerem muitos empregos. Assim, não se trataria de ver se este ou aquele imposto ou taxa é progressivo, mas ver se o conjunto de impostos ou taxas o são. Obrigado pelo elogio ao Blog. Obviamente ele é a minha opinião sobre alguns temas e serve sim para o debate, mas não pretendo nem de longe ser “dono da verdade”.

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  9. Pois é, pelo que vejo ate esse aqui do MS esta na luta do psdb para volta da cpmf. Assim os governadores desviariam pra pagar suas contas. Quer mais. Então vamos começar a difundir que se for aprovada que… seja nas seguintes condições: Conta única. Nada de passar pelos governos locais. Ser administrada pelos conselhos municipais. E cada conselho onde for comarca participar o MP. Onde não for Um padre e um representante das igrejas evangélicas. E em todos os municipios ainda além dos citados, MAIS cinco representantes escolhidos do povo. Esse povo teria um estatuto. obrigando-os a se reunirem todas as sextas das 15 as 18 horas. e nesse tempo aprovar pagamentos E ENVIAR DOCUMENTOS PARA UNIÃO QUITAR. Fazer convenios, etc. Ai sim, acredito que o CPMF TERIA APLICAÇÃO SÉRIA. Outra coisa. As igrejas ajudariam nessa organização e acredito que muitas santa casas sairiam do vermelho. E as verbas seriam bem aplicadas, sem desvio e sem corrupção.

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    • Pois é, pelo que vejo ate GOVERNADOR aqui do MS esta na luta com o PSDB pela volta da CPMF. Assim, sobrariam mais recursos para os governadores desviarem pra pagar suas contas. Quer mais. Então vamos começar a difundir que se for aprovada que… seja nas seguintes condições: Conta única junto ao tesouro e na distribuição, nada de passar pelos governos locais. Ser administrada a conta unica pelo governo e a distribuição pelos conselhos municipais. E cada conselho onde for comarca participar o MP. Onde não for Um padre e um representante das igrejas evangélicas. E em todos os municipios ainda além dos citados, MAIS cinco representantes escolhidos do povo. Esse povo teria um estatuto. obrigando-os a se reunirem todas as sextas das 15 as 18 horas. e nesse tempo aprovar pagamentos E ENVIAR DOCUMENTOS PARA UNIÃO QUITAR. Fazer convenios, etc. Ai sim, acredito que o CPMF TERIA APLICAÇÃO SÉRIA. Outra coisa. As igrejas ajudariam nessa organização e acredito que muitas santa casas sairiam do vermelho. E as verbas seriam bem aplicadas, sem desvio e sem corrupção.

      CPMF JUSTA, APLICAÇÃO CORRETA SEM ALIMENTAR A CORRUPÇÃO.

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  10. Defender a criação de mais um imposto num país cuja carga tributária chega a 35% do PIB? Muita cara-de-pau.
    O que vocês escondem com textos pretensamente técnicos é que um tributo desse tipo aumenta o custo do processo produtivo em “cascata” e onera o mais pobre no final da cadeia. A mera menção da exumação desse cadáver já fez as taxas de juros aplicadas pelo mercado subirem, preciso falar que quem mais sofre são aqueles que pagam carnê nas “Casas Bahia” da vida?
    Não quero pagar mais um imposto, independentemente do seu valor. Não por falta de solidariedade, nem por malandragem (não sou sonegador), mas pela plena consciência de que dinhero há. O que falta é lisura de caráter, o que falta é competência administrativa. Se a “casta” dos nossos “representantes” tivesse vontade, honestidade e coragem, menos “gogó”, menos interesses pessoais, se fossem menos perdulários e as prioridades do país fossem corretas, o sistema de saúde estaria JÁ em melhores condições, bem como a educação a segurança, etc, etc, etc.
    Façam primeiro a reforma tributária. Não há desculpas de “oposição” para os próximos quatro anos, haja vista a composição das casas legislativas.
    Chega dessa desonestidade de criar tributos.

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    • Caro J. Alberto

      Não fiz nenhum texto técnico. Simplesmente publiquei aqui minha opinião de apoio a este imposto com dados oferecidos pela mídia dando conta de que a CPMF é devidamente aplicada a seu fim. Além disto é um percentual igual descontado de todos, portanto, quem ganha mais paga mais e quem ganha menos paga menos. Diferentemente de impostos como o IRPF, onde quem ganha mais sonega, e quem ganha menos, no caso nós da classe média, temos o desconto feito no contracheque. Sou a favor da CPMF por estas razões. E sou a favor da reforma tributária ampla, que desonere quem emprega mais, desonere quem ganha menos (os mais pobres, que estão abaixo da classe média e que pagam muitos impostos indiretos) e onere quem ganha mais, como por exemplo os banqueiros. Temos acordo portanto na necessidade da reforma tributária. Temos desacordo no entanto na premência e urgência da saúde, da seguridade social e do combate a pobreza, que não pode esperar a boa ou má vontade dos parlamentares a votarem a reforma tributária proposta pelo governo Lula.

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      • Meu caro Alberto pelo que vi voce ainda não parou pra analizar que a bagatela cobrada de ICMS não oneraria ninguém, pelo contrário corrige distorções. E olha meu caro que independente de partido o Brasil não pode mais esperar. Não podemos aceitar a marcação de uma consulta e de um exame com 90 dias pra ser realizado. A saúde não pode mais esperar. Como disse antes que cada municipio crie sua comissão e cuide da destinação dos recursos diretamente pra saúde.. Isso sim, precisa ser feito. E que nossos deputados já que não aprovam a reforma tributária que aprovem a CPMF sem demagogia politica, mas em nome do Povo Brasileiro, estipulando regras pra comissão de gerenciamento dentro do municipio. Que cada municipio faça sua parte para alcançar um atendimento digno de saúde da população.

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      • Antônio
        Penso que a tua resposta é para o J. Alberto, pois não discordo do que dizes. A CPMF, por tudo que eu já disse, no meu entenimento é positiva. Edeve sim ter um melhor controle público. Tem que parar com este negócio de Conselho Municipal de Saúde ser só instrumento de interesse do Prefeito de Plantão. Como os Conselhos são paritários, acredito que se trate de garantir que eles sejam definitivamente implantados em todo o país e com regras democráticas e claras para o conjunto da população.

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  11. Caro Amigo, vc é afavor por quer vc tem grana para pagar a CPMF !
    agora quem sofre não é vc, é o povo q além de pagar mais imposto, acaba pagando sobre o produto final!
    Está claro q isso é mais um meio de ingorda os bolsos dos “roubalheiros” já q o salário teve um aumento “SIMBOLICO”(BIZARRO) e não dar nem para bancar as despesas.
    Temos que ser Democraticos, Dizer NÃO a CPMF e começar uma reforma tributária, já q em 8 anos não teve tomare q PRESIDENTA leve em consideração o bolso do povo! e não o Dela!

    Contra os Bancos com taxas altas e contra os ridiculos q são afavor dos pobres Bancários, Digam NÃO a CPMF !

    ISSO PQ EU TENHO 17 ANOS

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    • Meu caro Gustavo

      Ao contrário do que dizes, não tenho mais dinheiro que tu. Ganho menos de 5 salários mínimos por mês. E é justamente por isto que defendo a CPMF. A CPMF é um imposto justo, que atinge todos por igual, e na conta bancária. O meu imposto de renda (25%) vem descontado no contracheque. Não tenho como sonegar. Já o Rico, que não recebe por contra cheque, sonega boa parte do ganha. Continuo defendendo a CPMF, por que é um imposto progressivo de verdade, ou seja, quem ganha mais paga mais. E não há como sonegar. Isto não quer dizer que eu não seja a favor da Reforma Tributária. Sou a favor por exemplo, que a parcela patronal da Previdência Social dos bancos por exemplo, não seja sobre a folha de pagamento, que funcionários eles tem cada vez menos, mas sim sobre o lucro deles, que é astronômico. Temos que desonerar a folha de pagamento das empresas, mas não tirando direitos dos trabalhadores, como querem alguns. Por outro lado, dizer que o Salário Minimo teve só um “aumento simbólico” também esta errado da tua parte, pois hoje há uma política para o salário mínimo, baseada no aumento do PIB – Produto Interno Bruto. Esta política garantiu que tivessemos um aumento real do salário mínimo de mais de 75% durante o governo Lula. Agora, por fim, a CPMF não tem nada a ver com o salário dos bancários nem com o lucro dos bancos, pois CPMF é imposto e tem um destino: A Seguridade social e a Previdência Social. Já os lucros exorbitantes dos bancos tem sim que ser combatidos e eles o serão, na medida em que tivermos uma refgorma tributária como tu, e eu também, defendemos.

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