Uncategorized

Governo Dilma: 5,2 milhões de empregos formais a mais em 4 anos, revela Caged

Avanço foi de 11,97% no período. Durante a crise, de 2008 até agora, País gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho

Carteira-Trabalho3O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos com carteira assinada, gerados entre 2009-2014. É o que mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, foi de 11,97% no período.

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, disse o Ministro do Trabalho.

No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o País tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged. 

Brasil gerou 10, 5 milhões de empregos durante a crise

O ministro lembrou que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil. “Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho”, acrescentou.

Incertezas afetaram resultados de 2014

O ministro lembrou que foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos. O saldo foi de 555 mil vagas a menos no último mês do ano, o que evitou que o resultado positivo do ano fosse maior.

No mês os setores com pior desempenho foram a indústria, com 171 mil postos a menos, a construção civil, com 132 mil postos a menos e o serviços, com 148 mil postos a menos. O maior volume de demissões ocorreu em São Paulo, seguido de Minas Gerais e do Paraná. O resultado ainda tem forte impacto de questões sazonais, como por exemplo, a conclusão de obras na construção civil.

Mulheres têm maior aumento do salário inicial

O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39% contra 0,84% dos homens, o que representa um avanço já que, em geral, o mercado de trabalho ainda discrimina as mulheres com salários menores que o dos homes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo IBGE em 13 de setembro de 2014, as mulheres tinham recebido, em média, 73,7% do salário dos homens no ano anterior.

Manoel Dias disse ter ficado satisfeito com o aumento real dos salários, que é um compromisso do governo. Mais ainda com a redução da desigualdade entre homens e mulheres.

O valor médio do salário feminino em relação ao salário masculino passou de 85,72%  para 86,19%. O salário médio de entrada da mulher ficou em R$ 1075,52. O do homem chegou a R$ 1247,89. O salário médio ficou em R$ 1181,56.

Estados

Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos.

Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

Variação estoque RAIS Saldo CAGED
Com ajustes
2011 2012 2013 2014 Variação 2011-2014
Brasil 2.242.276 1.148.081 1.489.721 396.993 5.277.071
Norte 154.566 59.437 121.063 17.652 352.718
Rondônia 18.170 12.682 2.503 -1.853 31.502
Acre 134 3.908 4.003 1.060 9.105
Amazonas 22.171 18.467 28.034 -6.027 62.645
Roraima 13.403 1.789 -1.620 2.054 15.626
Pará 85.854 15.255 73.192 17.016 191.317
Amapá 11.020 3.745 3.775 -1.914 16.626
Tocantins 3.814 3.591 11.176 7.316 25.897
Nordeste 470.241 132.476 313.154 99.522 1.015.393
Maranhão 38.649 21.074 25.142 871 85.736
Piauí 15.900 25.017 25.741 11.001 77.659
Ceará 81.114 16.742 72.275 47.372 217.503
Rio Grande do Norte 17.418 9.782 15.419 10.161 52.780
Paraíba 35.309 13.234 31.195 16.326 96.064
Pernambuco 112.301 45.720 63.835 -13.793 208.063
Alagoas 26.906 7.234 3.993 -3.337 34.796
Sergipe 16.258 2.670 17.268 8.913 45.109
Bahia 126.386 -8.997 58.286 22.008 197.683
Sudeste 1.053.878 584.931 523.193 121.689 2.283.691
Minas Gerais 204.085 77.249 128.855 15.437 425.626
Espírito Santo 41.649 24.266 28.455 10.113 104.483
Rio de Janeiro 268.970 112.654 125.084 53.586 560.294
São Paulo 539.174 370.762 240.799 42.553 1.193.288
Sul 344.912 227.255 285.604 118.795 976.566
Paraná 136.562 113.388 87.719 41.012 378.681
Santa Catarina 91.923 41.425 107.925 53.887 295.160
Rio Grande do Sul 116.427 72.442 89.960 23.896 302.725
Centro-Oeste 218.679 143.982 246.707 39.335 648.703
Mato Grosso do Sul 37.179 19.225 18.432 2.128 76.964
Mato Grosso 52.835 35.181 48.310 3.269 139.595
Goiás 71.589 64.835 59.330 25.333 221.087
Distrito Federal 57.076 24.741 120.635 8.605 211.057

Fonte:
Portal Brasil 

Um pensamento sobre “Governo Dilma: 5,2 milhões de empregos formais a mais em 4 anos, revela Caged

  1. Pingback: IBGE: renda real do trabalhador cresceu mais de 33% desde 2003 | Luizmuller's Blog

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s