INCLUSÃO SOCIAL
“Não tem como não se emocionar. A história da Val é a minha história”, conta emocionada Vanilda Sousa Araújo, de 38 anos, após assistir o filme Que horas ela volta?, da diretora Anna Muylaert. Mãe de quatro filhos, a dona de casa começou a trabalhar ainda adolescente em casa de família. “Sei bem o que é ser humilhada, não ter direitos, ser tratada com indiferença”.
Vanilda foi beneficiária do Bolsa Família por 12 anos. “Fiquei viúva e não tinha como criar os meus filhos. O dinheiro das faxinas não dava pra nada. Foi o dinheiro do Bolsa Família que colocou comida no prato das minhas crianças”, lembra. “Hoje já tenho meus filhos criados, não preciso…
Ver o post original 269 mais palavras
Descubra mais sobre Luíz Müller Blog
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

NO TRABALHO DE MINHA ESPOSA, ROLA UMA DISCUSSÃO A FAVOR DO IMPEACHMENT, E MINHA MULHER POR SER CONTRA, NÃO PARTICIPA. OUTRO DIA, A FAXINEIRA, FALOU PRÁ ELA: DONA SONIA, EU NÃO ENTENDO DE POLÍTICA, MAS, EU AMO O LULA, HOJE, MEUS FILHOS NÃO PASSAM MAIS FOME.
CurtirCurtir