Brasil/política

As políticas anti-povo de Temer/PSDB (Por Geison Silva)

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Parece propaganda de marketing multinível, mas não é. Mais uma vez o governo Temer demonstra um enorme carinho pelos mais ricos.Apesar do discurso de contenção de despesas, de corte de gastos, o Governo Federal já elevou os impostos do combustível e sinaliza o aumento de outros. À medida que limita os gastos públicos foi aprovada, afetando diretamente os mais pobres. Mas por qual motivo? AProposta de Emenda Constitucional (PEC) congela os gastos públicos por longos 20 anos. O avanço na retirada de direitos conquistados pelos menos favorecidos e benefícios aos mais ricos seguem a todo vapor.

A chamada “PEC dos mais ricos”, já demonstra seus reflexos. Sem investimento, diversos órgãos receberão menos verba. O Ministério da Justiça sofreu um contingenciamento de R$ 4,3 bilhões para R$ 2,4 bilhões. Destacam-se as dificuldades enfrentadas pela Polícia Federal para a confecção de passaportes e pela Polícia Rodoviária Federal para a execução de operações nas estradas.

O Banco do Brasil já fechou 217 das 402 agências bancárias previstas para encerrar suas atividades até o final deste ano. Já a Caixa Econômica Federal confirma o fechamento de 120 agências bancárias e abriu seu PDV (Plano de Demissão Voluntária) onde estima adesão de 5 mil funcionários. Os Correios também entraram com a tesoura afiada e anunciaram o fechamento de 250 agencias em todo o país.

Na saúde o impacto ainda será maior, pois menos da metade do investimento 46% – foi financiado pela esfera pública. Os outros 54% correspondem a gasto privado. O investimento público do Brasil em Saúde é baixo mesmo quando comparado a outros países da América Latina: em 2014, o gasto público em Saúde no Brasil correspondeu a 3,8% do PIB. No mesmo ano, a Colômbia destinou 5,4% do PIB para a Saúde. O governo oficializou o fim dos repasses para o Programa Farmácia Popular que atendia mais 40 milhões de brasileiros. Estamos assistindo todos os dias passivamente o fechamento de Hospitais, UPAS e UBS em todo país.

O Governo Federal começa a colocar em prática o plano de PDV e redução da jornada para servidores públicos de 8 para 6 ou 4 horas diárias. A Secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães, defende cobrança de mensalidades dos alunos nos Institutos Federais e das Universidades Públicas. Em março deste ano a Câmara dos Deputados já havia rejeitado a tentativa do governo de cobrança dos cursos de pós graduação nas Universidades Públicas.

Então caros, já passamos da hora de rediscutir esse sistema que, em todos os momentos, de crise ou de bonança, faz com que os muito ricos sejam poupados, enquanto os mais pobres sejam penalizados e paguem a conta. Muito ainda está por vir, e atentos estaremos para as novas mudanças. Nosso lugar é ao lado do povo brasileiro, sobretudo, daqueles que mais necessitam de igualdade social.

Geison Silva – Assessor Deputado Federal Marco Maia

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